As últimas decisões judiciais do Supremo Tribunal Federal (STF), de autoria dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, suspendendo os efeitos de gratificações e vantagens que permitiam aos poderes, nas esferas federal, estadual e municipal, desrespeitarem o teto salarial imposto pela Constituição, caiu como uma bomba de efeito retardado no meio político. Na terça-feira (24), os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), se reuniram com os ministros Edson Fachin, presidente do STF, Gilmar Mendes, decano da Corte e relator da liminar que atingiu o Judiciário e o Ministério Público, Flávio Dino e Alexandre de Moraes.
Flávio Dino foi o primeiro a conceder, em fevereiro, uma liminar proibindo todo e qualquer pagamento extra acima do teto salarial para qualquer servidor público, seja ele de qualquer esfera ou qualquer poder.
Assessoria/Caminho Político
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