O coach Pablo Marçal foi sancionado pela Justiça e está proibido de frequentar “inferninhos”, após laudo fraudulento. Ele aceitou acordo com Ministério Público Eleitoral para suspender uma ação penal movida pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos. A situação aconteceu na disputado pela Prefeitura de São Paulo em 2024, quando ele expôs um laudo falso contra o atual ministro, nas vésperas do primeiro turno.
O laudo fake encomendado por Pablo apontava Guilherme Boulos como usuário de drogas. No acordo sugerido pela Justiça Eleitoral e aceito por Marçal, o coach tem de seguir uma série de restrições, caso contrário, a ação penal retornará a julgamento.
Pablo Marçal recebe sentença dura
Dessa forma o rapaz, está obrigado a “comparecimento pessoal e obrigatório em juízo, trimestralmente, para informar e justificar suas atividades, com início a partir de 13/03/2026; Proibição de ausentar-se da comarca sem prévia autorização judicial, bem como obrigação de manter o endereço atualizado”.
“Proibição de frequentar locais como bares, boates e casas de prostituição; Pagamento de multa mínima de R$ 5 mil por cada acusado. O dinheiro será destinado à entidade Comunidade Terapêutica Acolhedora Filhos da Luz”.
Em sua sentença, a juíza disse que o acordo “é adequado à gravidade dos fatos narrados e conta com a anuência de ambas as partes”. O advogado de Marçal na época das eleições também está com as mesmas restrições. O coach acusou o advogado de ter aparecido com o documento falso. Ele está inelegível por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
Assessoria/Vinícius Carvalho/Caminho Político
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