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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Não é piada: Pré-candidato do PL ao Senado em SP adota sobrenome Bolsonaro

Ah, o bolsonarismo e suas insanidades que parecem saídas de um roteiro de comédia britânica, mas que, infelizmente, são tão reais e corriqueiras quanto uma conta de luz atrasada. A maluquice inacreditável, desta vez, veio do deputado estadual paulista Gil Diniz (PL-SP), que resolveu dar um upgrade no próprio nome, passando a se chamar oficialmente no ambiente político de “Gil Bolsonaro”. Tudo, claro, sem qualquer laço de sangue com a famosa família de extremistas. Ele está na disputa para concorrer ao Senado na eleição deste ano, e, para variar, não perdeu a chance de cutucar o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, ao sugerir que o PL lance um candidato próprio para o governo paulista.
No entanto, essa rusga sobre candidaturas ao Palácio dos Bandeirantes não ganhou relevancia diante da iniciativa ridícula e surreal do rapaz. Ele jura de pés juntos que não há cálculo eleitoral por trás dessa mudança, afinal, quem pensaria em usar o nome de uma família poderosa para ganhar votos, não é mesmo?
A vaga que Gil pode herdar no Senado era inicialmente pensada para Eduardo Bolsonaro, mas o plano mudou quando o rebento 03 do ex-presidente presidiário se mudou para os EUA e de lá passou a praticar uma série de crimes contra o Brasil.
Agora, com o apoio do próprio Eduardo, “Gil Bolsonaro” enfrenta uma disputa interna no PL: Michelle Bolsonaro empurra a deputada federal Rosana Valle para a candidatura ao Senado, enquanto nomes como o de Mario Frias e Marco Feliciano também circulam nas conversas da liderança do partido.
No fim das contas, Gil explicou sua motivação com um discurso que soa como “lealdade extrema”: “Coloco [o sobrenome Bolsonaro] no meu nome parlamentar não como maneira politiqueira de fazer o uso indevido do nome do presidente Bolsonaro, mas marcando posição: aqui, sim, nós defendemos o presidente Bolsonaro e sua família. Não importa se com o nome ou não, isso não diz se somos bolsonaristas”, disse.
Em tempos como esses que vivemos, por atitudes destrambelhadas e patéticas como essa vinda da extrema direita, a única que é se pode afirmar é que a linha entre devoção e delírio fica cada vez mais borrada e difícil de se enxergar.
Assessoria/Caminho Político
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