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terça-feira, 24 de março de 2026

PSB marca jantar para filiar Pacheco e senador chama aliados para reunião

O PSB marcou, para a noite da próxima quarta-feira (25/3), um jantar em Brasília que pode terminar com a filiação do senador Rodrigo Pacheco, atualmente no PSD, aos quadros dos socialistas. O encontro foi marcado na manhã desta terça-feira (24/3) e membros do diretório nacional e da executiva estadual do PSB foram chamados.
No mesmo ritmo, Pacheco convocou aliados para uma reunião na capital federal, também nesta quarta, para conversar sobre o futuro político que ainda está em aberto. O presidente nacional do PSB e prefeito de Recife, João Campos, estará em Brasília para, dentre outros compromissos, se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o maior entusiasta de uma possível candidatura de Pacheco ao governo de Minas.
O pernambucano também deve estar no jantar, conforme apurou O TEMPO. Integrantes do partido informaram à reportagem, reservadamente, que apesar do envolvimento do diretório estadual, as tratativas para uma possível filiação de Pacheco ao PSB têm sido concentradas por João Campos com Lula.
O assunto, conforme interlocutores, está sendo tratado “com muita reserva” nos corredores do partido. No entanto, Pacheco já teria comunicado a alguns aliados do PSB que vai concorrer ao governo do estado.
Um integrante da executiva estadual do partido informou ainda que o PSB ‘terá um candidato ao governo de Minas’ nos próximos dias’. Já outro membro também da executiva declarou que a filiação pode acontecer, mas a chance de ser realizada amanhã é mínima. Isso porque o senador ainda passaria por "sondagens" do MDB.
No início do mês, porém, Pacheco comunicou ao emedebistas que não vai se filiar à legenda durante a janela partidária, que vai até o dia 3 de abril. Em Minas, o partido tem como pré-candidato ao governo o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo.
Em nota, o presidente estadual do PSB, Otacílio Costa, disse que o partido está de ‘braços abertos’ para receber o senador. “Este momento reforça o interesse do partido em tê-lo como nosso candidato. Independentemente de sua decisão e do caminho que escolher em sua vida pública, o PSB Minas estará ao seu lado, com respeito e admiração por sua trajetória”, disse.
A interrogação sobre o futuro de Pacheco
Na última sexta-feira, durante agenda com o presidente Lula em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, Rodrigo Pacheco afirmou que estava ‘conversando’ com o presidente da República sobre a candidatura ao governo. "É óbvio que ser governador do estado é um orgulho muito grande para todas as pessoas que estão na política, não há dúvida disso, mas essa é uma avaliação que tem que ser feita com muita responsabilidade, à luz de questões pessoais, familiares e de circunstâncias próprias, mas também de responsabilidade com o estado", afirmou à imprensa.
Sem negar a candidatura, Pacheco se movimenta, desde o início do ano, para encontrar um novo partido, já que a permanência no PSD se tornou inviável após a filiação do vice-governador Mateus Simões, já lançado como pré-candidato ao Palácio Tiradentes pelo partido. Inicialmente, União Brasil e MDB largaram como principais destinos. O MDB, porém, já tem como pré-candidato o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Gabriel Azevedo, que afirmou ter recebido apoio de Pacheco para a disputa ao Executivo.
A hipótese de filiação ao União Brasil também perdeu força nos últimos dias, embora ainda não esteja descartada. No último sábado(20/3), o senador Ciro Nogueira, presidente do Progressitas (PP) - sigla que faz federação com o União-, confirmou apoio ao governador Mateus Simões, enquanto o dirigente nacional do outro polo, Antônio Rueda, não comentou com quem estará em Minas. Se Pacheco for de fato candidato ao Palácio Tiradentes, ele e Simões serão adversários nas urnas.
Já a ida ao PSB ganhou força nas últimas semanas, após, pelo menos, sete aliados do ex-presidente do Congresso se filiaram ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Assessoria/Simon Nascimento/Érika Giovannini/Caminho Político
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