Natasha repudia extinção do SAMU e anuncia propostas do seu governo de mudanças. Dra. Natasha Slhessarenko, pré-candidata ao Governo de Mato Grosso, considera inadmissível e perigosa a decisão do Governo do Estado de extinguir o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Em vídeo publicado neste domingo (26.04), ela classifica a medida como “inadmissível” e perigosa, e alerta para os impactos diretos na vida da população, especialmente em um estado de grandes dimensões territoriais.
são serviços complementares. Não é SAMU ou bombeiros, é SAMU e bombeiros fazendo mais e melhor pela nossa população”, afirma.
Com base em sua experiência no Sistema Único de Saúde (SUS), Natasha destaca que o serviço é parte estruturante da rede de urgência e emergência. “O SAMU é o elo entre o acontecimento crítico e a chance de sobrevivência. Quando o Governo do Estado enfraquece esse serviço, não está economizando, está colocando vidas em risco e vidas não têm preço”.
Ela também reforça o fator tempo no atendimento: “Esses minutos, esses segundos entre a ocorrência e o atendimento são cruciais. São os chamados ‘minutos de ouro’, que fazem toda a diferença entre a vida e a morte”.
A pré-candidata ainda critica o cenário de fragilização do serviço, citando a demissão de profissionais e a falta de investimentos. “Estamos falando de equipes que atuam na linha de frente, salvando vidas diariamente. Desvalorizar o SAMU é também desrespeitar esses profissionais”, pontua.
Ao comentar a proposta de transferência para o Corpo de Bombeiros, Natasha reconhece a importância da corporação, mas reforçou que não há substituição possível. “São estruturas diferentes, que devem atuar de forma integrada dentro da rede de saúde”.
A médica amplia o debate e defende mudanças estruturais na saúde pública estadual. “A saúde em Mato Grosso vai muito mal. Precisa mudar. Com atendimento humanizado, atenção primária de qualidade e prioridade para pacientes com doenças graves como problemas cardíacos, diabetes e câncer”, afirma.
Entre as propostas, ela defende a criação de ambulatórios com especialistas e equipamentos nos hospitais regionais e municipais, a revisão urgente do plano de cargos e carreiras dos profissionais da saúde e uma gestão mais eficiente na distribuição de medicamentos.
“Sou médica, sei como fazer a saúde funcionar de verdade”, conclui.
A decisão de extinguir o SAMU tem gerado preocupação entre profissionais da saúde, diante do risco de descontinuidade de um serviço considerado essencial para o atendimento rápido, qualificado e que salva vidas em situações de emergência.
Confira o vídeo:
Assessoria/Caminho Político
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