domingo, 12 de abril de 2026

PL de Flávio Bolsonaro oficializa chapa no RS e soma 20 palanques encaminhados

O PL, partido do senador Flávio Bolsonaro (RJ), oficializou neste sábado (11/4) o apoio à pré-candidatura do deputado federal Luciano Zucco (PL-RS) ao governo do Rio Grande do Sul, estado com mais de 8,4 milhões de eleitores. A chapa deve ter Silvana Covatti (PP) na vaga de vice e, para o Senado, os deputados Ubiratan Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo).
Com a definição da disputa ao Palácio Piratini, a oposição passa a somar cerca de 20 estados com candidatos ao governo pré-encaminhados. A seis meses das eleições, o pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto apressa as articulações em meio ao duelo com Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre os estados onde a oposição já tem nome definido para o governo estão São Paulo, com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o Rio de Janeiro, com Douglas Ruas (PL), e o Paraná, com Sergio Moro (PL). No Ceará, o grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) avalia se reunir em torno de Ciro Gomes (PSDB) e, na Bahia, de ACM Neto (União Brasil).
Flávio também tem chapas em:
Santa Catarina: Jorginho Mello (PL)
Paraíba: Efraim Filho (PL)
Amazonas: Maria do Carmo (PL)
Rio Grande do Norte: Álvaro Dias (PL)
Mato Grosso: Wellington Fagundes (PL)
Piauí: Toni Rodrigues (PL)
Sergipe: Ricardo Marques (PL)
Rondônia: Marcos Rogério (PL)
Goiás: Wilder Morais (PL)
Há ainda estados em que a direita já tem representantes na pré-campanha, mas Flávio mantém negociações para selar alianças, como Mato Grosso do Sul (Eduardo Riedel), Distrito Federal (Celina Leão), Tocantins (Dorinha Seabra), Espírito Santo (Lorenzo Pazolini), Acre (Mailza Assis).
Em outros estados, o PL ainda tenta vencer as dificuldades para definir um nome competitivo, como Minas Gerais, estratégico na disputa nacional. Em parte do país, o cenário também é de palanques indefinidos, caso de Pernambuco, Pará, Maranhão, Alagoas, Amapá e Roraima.
O cenário é marcado por negociações e por costuras regionais, em que alianças nem sempre seguem a lógica nacional. Em muitos casos, os acordos locais exigem o apoio a nomes de siglas aliadas, em detrimento de figuras do próprio PL, como forma de viabilizar chapas competitivas.
Além disso, o quadro ainda pode sofrer mudanças, já que o processo eleitoral está na fase de pré-campanha. As candidaturas só serão confirmadas nas convenções partidárias, previstas para o meio do ano, e a campanha começa oficialmente em agosto.
Enquanto o xadrez político ainda define suas definições, cerca de 155 milhões de brasileiros estão aptos a ir às urnas em 4 de outubro, data do primeiro turno das eleições. Na ocasião, serão escolhidos presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Se necessário, o segundo turno está previsto para 25 de outubro.
Assessoria/Patrícia Nadir/Caminho Político
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