A operação da Polícia Federal (PF) que teve o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PP-PI), como alvo nesta quinta-feira (7), voltou a colocar sob os holofotes o nome do deputado federal e pré-candidato ao Senado Filipe Barros (PL-PR), aliado político do ex-juiz e senador Sergio Moro (PL-PR), pré-candidato ao governo do Paraná. Segundo a PF, um dos pontos de conexão entre Ciro Nogueira e Vorcaro foi a emenda nº 11 à PEC 65/2023, que propunha elevar o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) dos atuais R$ 250 mil para R$ 1 milhão. O texto ficou conhecido nos bastidores como "emenda Master", mas não avançou no Senado.
Proposta na Câmara repetia emenda do Senado
De acordo com reportagens publicadas pelo Valor Econômico e pelo Correio Braziliense, após o fracasso da proposta no Senado, um projeto apresentado por Filipe Barros na Câmara dos Deputados passou a prever o mesmo aumento no limite de ressarcimento do FGC para pessoas físicas e jurídicas.
A proposta estabelecia cobertura de até R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ em casos de quebra de instituições financeiras. "O teor praticamente espelhava a emenda de Ciro Nogueira. Após a eclosão do escândalo do Master, o deputado do PL retirou, em fevereiro, o projeto de tramitação", destaca um trecho da reportagem do Correio Braziliense.
Assessoria/Redação Brasil 247/Caminho Político
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