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domingo, 4 de outubro de 2026

O Brasil vai às urnas para eleger presidente, governadores e parlamentares

Os dois protagonistas da corrida presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), encerraram as campanhas, ontem, em São Paulo. O presidente realizou uma caminhada pela Avenida Paulista ao lado de apoiadores, aliados e candidatos em São Paulo. A rua ficou tomada por vermelho durante o evento. Já no interior do estado, Flávio reuniu milhares de motociclistas para a tradicional motociata que os bolsonaristas têm costume de realizar. O senador foi seguido entre as cidades de Santa Bárbara d'Oeste e Americana, na região de Campinas (SP). Após o evento pela manhã, Flávio realizou uma live na parte da noite.
Durante o ato, o presidente Lula afirmou que vai às urnas contra "um chefe de quadrilha" e a barbárie. "Vamos às urnas amanhã (domingo) com muita tranquilidade sabendo o que está em jogo. De um lado a democracia e a soberania, do outro lado a barbárie e a corrupção. Do outro lado, nós estamos trabalhando com um chefe de quadrilha. Estamos trabalhando contra crime organizado. Por isso, nós vamos precisar da força de vocês", disse.
Já o senador voltou a falar sobre o Poder Judiciário e criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). "A corte máxima tem que deixar de ser uma delegacia, lamento que temos um amigo do Lula no STF fazendo de tudo, dando canetada para tentar ajudar o Lula a se reeleger", disse. Flávio também afirmou que os parlamentares estariam sendo influenciados pelo governo e pelo STF. "Mesma coisa está acontecendo no Congresso Nacional, que está capturado pelo governo e pelo STF, que acabam querendo antecipar pautas que precisam ser discutidas após as eleições", afirmou.
Já o senador voltou a falar sobre o Poder Judiciário e criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). "A corte máxima tem que deixar de ser uma delegacia, lamento que temos um amigo do Lula no STF fazendo de tudo, dando canetada para tentar ajudar o Lula a se reeleger", disse. Flávio também afirmou que os parlamentares estariam sendo influenciados pelo governo e pelo STF. "Mesma coisa está acontecendo no Congresso Nacional, que está capturado pelo governo e pelo STF, que acabam querendo antecipar pautas que precisam ser discutidas após as eleições", afirmou.
O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) não teve agenda pública ontem, véspera do primeiro turno das eleições. O ex-governador de Minas Gerais almoçou com os pais em Araxá (MG), cidade onde nasceu e votará hoje. O candidato à presidência pelo Avante, Augusto Cury, concentrou o último dia de campanha presidencial em conversas com apoiadores pelas redes sociais, em transmissão ao vivo. Sob o lema de "nem picanha, nem fuzil, Augusto Cury para curar o Brasil", o escritor falou em investimentos na telemedicina como estratégias para política na área de saúde.
E o candidato pelo Missão, Renan Santos, participou ontem de live com o apresentador de TV Danilo Gentili, um de seus apoiadores, e realizou uma caminhada em São Paulo. "Lula não foi ao debate porque as pessoas que estão com ele não querem que ele vá. Já Flávio faltou ao debate porque estava com medo", afirmaram Renan e Gentilli.
Urna eletrônica
Neste domingo, 158,7 milhões de brasileiros, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), devem ir às urnas. Cada eleitor deve escolher um deputado federal, um deputado estadual ou distrital, dois senadores, um governador e um presidente — essa, inclusive, é a ordem de votação na urna eletrônica. Não é permitido acessar a cabine de votação com celular, máquina fotográfica ou qualquer equipamento que comprometa o sigilo do voto. Os aparelhos devem ser desligados e deixados em um local indicado pelos mesários.
Todos os 5.571 municípios e outras 186 cidades no exterior estão prontas para receber os eleitores. Fora do Brasil, 918.876 brasileiros estão habilitados, o que representa cerca de 0,5% do eleitorado nacional. De acordo com a Justiça Eleitoral, são 517.206 seções eleitorais organizadas em 2.641 zonas eleitorais. Comparado com a eleição de 2022, houve um aumento de 2,3 milhões de eleitores e eleitoras, uma alta de 1,4%.
O horário muda de acordo com alguns estados devido ao fuso horário. No Acre e em 11 municípios do Amazonas, a eleição será das 6h às 15h; em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Roraima e na maior parte do Amazonas, das 7h às 16h; em Fernando de Noronha, a votação ocorre das 9h às 18h e nos demais estados e Distrito Federal, das 8h às 17h.
É possível acompanhar a apuração das urnas a partir das 17h, horário de Brasília. O TSE transmite os resultados das zonas eleitorais que não tiverem mais filas e eleitores. Neste ano, a Justiça Eleitoral afirma que a apuração deve ser mais rápida que nos últimos pleitos devido à modernização no sistema de apuração.
Assessoria/Eduarda Esposito, Francisco Artur de Lima e Pedro José Borges/Caminho Político
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