O empresário Elson Ramos (Podemos) foi confirmado como segundo suplente na chapa do ex-governador Mauro Mendes (União) ao Senado. A vaga, inicialmente destinada ao ex-secretário de Estado de Fazenda Rogério Gallo (União), foi cedida para acomodar o Podemos na aliança em torno da candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição. A mudança ocorreu após o presidente estadual do Podemos, deputado Max Russi, confirmar nesta quarta-feira (5) o apoio da legenda ao projeto de Pivetta. Elson chegou a ser considerado para disputar a vice-governadoria, mas perdeu espaço após a definição do deputado federal Fábio Garcia (União) como vice na chapa governista. O empresário também apareceu nas articulações com o senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo.
Antes da definição, Pivetta afirmou que Gallo havia colocado a segunda suplência à disposição do Podemos. Max Russi, no entanto, teria recusado inicialmente a proposta enquanto o partido avaliava qual candidatura apoiaria na disputa pelo Governo.
Com a decisão de integrar o grupo governista, a vaga voltou às negociações e acabou destinada a Elson Ramos.
O empresário Elson Ramos (Podemos) foi confirmado como segundo suplente na chapa do ex-governador Mauro Mendes (União) ao Senado. A vaga, inicialmente destinada ao ex-secretário de Estado de Fazenda Rogério Gallo (União), foi cedida para acomodar o Podemos na aliança em torno da candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição.
A mudança ocorreu após o presidente estadual do Podemos, deputado Max Russi, confirmar nesta quarta-feira (5) o apoio da legenda ao projeto de Pivetta.
Elson chegou a ser considerado para disputar a vice-governadoria, mas perdeu espaço após a definição do deputado federal Fábio Garcia (União) como vice na chapa governista. O empresário também apareceu nas articulações com o senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo.
Antes da definição, Pivetta afirmou que Gallo havia colocado a segunda suplência à disposição do Podemos. Max Russi, no entanto, teria recusado inicialmente a proposta enquanto o partido avaliava qual candidatura apoiaria na disputa pelo Governo.
Com a decisão de integrar o grupo governista, a vaga voltou às negociações e acabou destinada a Elson Ramos.
Segundo Pivetta, aproximadamente 90% dos candidatos do Podemos defendiam o apoio à sua candidatura, fator que teria pesado na decisão da legenda.
A composição fortalece a aliança de Pivetta para a disputa eleitoral e, ao mesmo tempo, garante ao Podemos espaço na chapa de Mauro Mendes ao Senado.
Assessoria/Caminho Político
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