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sábado, 24 de junho de 2017

"Dia Mundial do Refugiado lembra ao mundo que vivemos no período do maior número já registrado de deslocamento forçado por guerras, violência e perseguições. "

RELATÓRIO DA ONU: No dia de ontem (19), o ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) divulgou seu novo relatório “Tendências Globais”, mostrando que no final de 2016 havia cerca de 65,6 milhões de pessoas forçadas a deixar seus locais de origem por diferentes tipos de conflitos – mais de 300 mil em relação ao ano anterior. Diante disto, neste dia 20, o mundo mais uma vez separa esta data para celebrar o Dia Mundial dos Refugiados. Este dia 20 foi designado pelo ACNUR para os Refugiados para chamar a atenção da comunidade internacional à grave situação da crise atual, com o intuito de homenagear a determinação e a força dessas pessoas que são forçadas a fugir de sua pátria por conta de perseguição, conflito ou violência. Trata-se de uma observância global e não um feriado público.

Um dia em que as pessoas honram a coragem de milhões de refugiados em todo o mundo, algumas comunidades chegam a dedicar uma semana inteira , incluindo o dia 20, com o intuito de encorajar as pessoas a pensar sobre a vida dos refugiados e o direito humano que todos têm, em possuir um lugar seguro.

No Brasil, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília ocorrerão programações que integram música, arte, cinema e seminários em celebração ao Dia Mundial do Refugiado. Desde o dia 17, feiras culturais, mostras de cinema, seminários e a divulgação do relatório “Tendências Globais – Deslocamentos Forçados em 2016” têm integrado a agenda nestas três cidades. Um dado bastante triste deste relatório do ACNUR aponta que 75 mil solicitações de refúgio foram feitas por crianças que viajavam sozinhas ou separadas de seus pais. Elas representam a metade dos refugiados de todo o mundo.

Anajure---Foto-UzielO presidente da ANAJURE, Dr. Uziel Santana, ressalta que a crise atual precisa ser enfrentada com mais seriedade e compromisso, tanto das nações, quanto da sociedade civil internacional, especialmente, tendo em vista o recrudescimento da crise com os novos números apresentados ontem pelas agências que trabalham com refugiados. "A ANAJURE continuará a fazer dos direitos dos refugiados e da ajuda humanitária uma de suas principais bandeiras por meio do ANAJURE Refugees e suas parcerias nacionais e internacionais, principalmente junto à Frente Parlamentar Mista para Refugiados e Ajuda Humanitária (FPMRAH), ACNUR, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) e Comitê Nacional para Refugiados (CONARE), órgãos com os quais temos atuado em cooperação para que o trabalho de ajuda aos refugiados seja potencializado, tanto com ações locais nas áreas mais afetadas quanto no acolhimento de refugiados no Brasil", disse ele.

Com informações do ACNUR Brasil
Por: Redação l ANAJURE

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