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sábado, 23 de setembro de 2017

"ARTIGO:Fidelidade X falso amor""

Resultado de imagem para Graci Ourives de Miranda. EscritoraNós temos no cenário brasileiro alguns políticos que viviam em seu cotidiano ladeados de grandes amigos, alegria reinante nos palácios, foi lamentável. Eram ‘só estrelas -Vips’ do imaginário, ou seja, “eu vivia enfim o grande amor, Mentira”. Francisco Buarque de Hollanda, na letra: “Samba do Grande Amor”, (1983). Atualmente associamos aos ‘pares’ ou ‘amigos’ com fidelidade x mentira, parceiros só de um restrito grupo – ‘eles’? Moral-política, cadê? Evidenciando fidelidade, diz: Friedrich Nietzsche “Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos”. Será que alguns gestores não a obtiveram êxito porque não eram fieis consigo mesmo? Causa-nos complexidade de lembranças das reuniões (relatadas pelos usuários do ilícito) utilizavam espaços públicos, alguns que, nós pagávamos, com o “suor do nosso trabalho”. Crueldade, propina rolando em somas monstruosas. São e foram devastadores os efeitos sociais. Assim, nós enfrentamos serviços públicos de quinta categoria. Onde estavam os fiscais do Estado? E nós sociedade entre todas as estações: primavera, verão, outono e inverno, aqui estamos, esperando ações de políticas públicas. Ação! Em se tratando da prioridade das prioridades: educação, saúde, moradia, ecossistema, justiça social, policias sofridos (sem proteção), estamos necessitando de apoio. Principalmente os doentes pela droga. Visitem o Morro da Luz, realidade da anestesia dos poderes, com: “p” minúsculo. Aqui estamos à espera dos Três Poderes. Conforme, Santo Agostinho em seus ensinamentos diz: ” A verdade é o alimento da alma. ” Será que existem alguns vândalos? Mesclados entre os bons? Que saiam rapidinho. Os bons profissionais que pagam os impostos com decência e dignidade, os ‘sangue-bom’, estes são os que deveriam estar administrando o Brasil. Alguns eleitos brincaram com nossos votos, cuidaram dos ‘compadres’, com ‘fidelidade’ e, foram vorazes e gulosos com nossos impostos. Aguardamos que no poder adentrem “sangue bom” como diziam meus alunos em São Paulo/SP. Então, alguns administradores que mudem de posturas e tenham olhares para zelar e admirar os cidadãos. Gestores, aproximem-se da população, e que tratem a sociedade e o dinheiro do povo com respeito e dignidade. Basta acessar os meios de comunicação, que nos deparamos com entra na cadeia, e sai da cadeia. Nunca imaginei que tantos ‘famosos’ disputassem os restritos espaços: cadeia. Famosos são acostumados à linho/seda e requinte, luz de vela, penumbra e etc., coisas de ‘fino trato’, com aquele barulho delicado das taças de cristais. Oh! Coisa boa! Era tudo nobre, folgados às nossas custas. Eis que de repente encontram-se trancafiados em uma ‘cela’, foi o ‘Puder’, ou seja, o poder exercido por alguns com o excesso de ganância e brincadeira? Uns desfalecendo de fome, doença e miséria, enquanto outros se fartando? O grande poder – fiscais da sociedade, onde andavam? Não viu nada? Não soube de nada? Por longo período? Será por quê? A cadeia? Espaço que era somente composto dos menos favorecidos. Basta ficar na cadeia por uns dias, os detonadores de processos ilícitos entregam os ‘ex- parceiros da picanha, parceiros do samba enredo e parceiros de copo”. E o fazem rapidinho, porém às vezes surgem ‘reserva mental’. É Deus na causa! Questionamos, quanta maldade com nossos recursos, eles que entre uma picanha e uma marca de vinho de excelente safra, gargalhavam nos palácios, os ‘ex - galantes’ que eram expert! Enquanto os famintos e drogados circulavam e circulam pelo Centro Histórico da cidade, cadê: justiça social. Quando nós nos aproximamos do cidadão em estado de graça e serenidade, trazemos esperanças e renascimento. Porém, sentimos morosidade dos administradores. Então até a presente data continuamos com calçadas totalmente detonadas e destratadas. Quem cuida?
Atualmente é a sociedade quem pode cantarolar a música: “ Exijo respeito, não sou mais um sonhador. E dou risada do grande amor. Mentira” (Chico Buarque,1983).
Sejamos céleres: Integridade, solidariedade e fidelidade.
Graci Ourives de Miranda. Escritora

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