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terça-feira, 12 de setembro de 2017

"Audiência pública no Senado debate descentralização de frigoríficos"

Sindicato Rural de Cuiabá participa das discussões e defende equilíbrio no setor. A disparidade entre os esforços pela melhoria da produtividade e as dificuldades na comercialização do rebanho, foi tema da audiência pública interativa da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), no Senado Federal. O presidente do Sindicato Rural de Cuiabá, Jorge Antônio Pires de Miranda, participou do debate sobre a descentralização de empreendimentos no setor frigorífico de carne, que aconteceu nesta terça-feira (12/09). O presidente do Sindicato Rural, que representou os produtores de Mato Grosso, destacou que apesar dos esforços para melhorar a produtividade, existem no Estado 16 plantas frigoríficas paralisadas e os criadores dependem da empresa JBS. Para Jorge Pires, a recente crise no setor pecuário afeta toda a cadeia de compra e venda de gado. Ele lamentou a centralização que faz do pecuarista, refém de grupos econômicos. “Mato Grosso tem o maior rebanho do Brasil, e hoje 50% dos abates estão na mão da JBS. A nossa capacidade de produção é alta, mas a dependência desta indústria ainda é muito grande. É importante que tenhamos equilíbrio de ponta a ponta”, afirmou Jorge. Durante a audiência pública, solicitada pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), pecuarista, autoridades do setor e senadores defenderam a entrada de pequenos e médios frigoríficos no mercado para reduzir a concentração e melhorar a concorrência no setor de carnes. Fagundes explicou que na última década, a intervenção do BNDES financiou a compra de estabelecimentos menores por grandes frigoríficos e estimulou a criação das chamadas campeãs nacionais na indústria de processamento de carnes e derivados. “Conceder empréstimos a juros subsidiados a grandes frigoríficos acabou por prejudicar a rentabilidade dos produtores rurais e por causar o fechamento de postos de trabalho existentes em vários pequenos e médios municípios no interior do Brasil”, criticou o Senador.Para o representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Eduardo Rangel, apesar do reconhecimento de que o mercado brasileiro é dominado por poucas empresas, as expectativa de se implantar uma nova política para o setor que permita a reativação das fábricas que estão fechadas, uma maior participação das pequenas e médias empresas e a garantia da qualidade da inspeção sanitária.
Participaram também da audiência em Brasília, além dos senadores da CRA, Jorge Pires de Miranda, presidente do Sindicato Rural de Cuiabá, Tadeu Paulo Billincanta, vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo), Artur Yabe Milanez, gerente da Área de Indústria e Serviços do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - Alternativas de Financiamento do BNDES para o Setor de Carnes, José de Assis Guaresqui, superintendente Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Mato Grosso (SFA/MT) e o Luís Eduardo Pacifici Rangel, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Assessoria Sindicato Rural de Cuiabá, com informações de Edilson Almeida, de Brasília.
Maria Helena Manhães
Bruno Barreto

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