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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

"ECONOMIA: Perspectivas de crescimento contribuem para planejamento estratégico das empresas para 2018"

A economia brasileira cresceu 0,58% no terceiro trimestre (julho a setembro) de 2017. É o que revelou o resultado do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado recentemente pelo Banco Central. O indicador detectou que a indústria e o varejo tiveram desempenho positivo contra a queda do setor de serviços – comportamento também assimilado pelas pesquisas do IBGE, que é responsável pelo cálculo oficial do PIB (Produto Interno Bruto). Diante desta trajetória e com boas perspectivas para inflação e taxa de juros em 2018, a previsão de crescimento para o ano que vem foi revista pelo governo federal – passando de 2% para 2,5%. Tal mudança consta no Relatório de Receitas do Orçamento, que indica quanto e de onde irão vir os recursos para cobrir as despesas públicas do Brasil. Inclusive, o ajuste de 0,5 pontos percentuais pode significar um acréscimo de quase R$ 5 bilhões em arrecadação. Esta nova estimativa federal se assemelha ao que já esperavam os analistas do mercado financeiro. Segundo o ex-ministro e professor associado da Fundação Dom Cabral (FDC), Paulo Paiva, essa expectativa é importante para que as organizações de todos os segmentos possam traçar seus planejamentos estratégicos para 2018, pois aponta que tecnicamente o país saiu da recessão – tendo em vista que esta pode ser considerada quando há dois trimestres com variação negativa do PIB. “O fundo do poço foi o final do segundo semestre de 2016. Mas, tivemos dois anos de PIB negativo e a recessão mais longa da história. Agora, o consumo das famílias começa a se recuperar e a puxar a economia. Como efeito positivo deste quadro, os preços e a dupla inflação/juros caem, o que melhora as condições de créditos – que, por sua vez, estimulam o consumo. O mercado de trabalho também está reagindo, com melhores indicadores de emprego – isto, no âmbito informal”, explica. Paiva complementa que, apesar do possível preenchimento dessa lacuna considerável de consumo reprimido pela recessão e pela insegurança por conta do desemprego, outros pontos devem ser questionados em relação ao futuro – como, por exemplo, até aonde irá esse crescimento. “Este ano, a economia irá crescer menos de 1%. Mas, o ‘depois’ depende das opções que o Brasil fará nas eleições de 2018 – se optará por uma governança que possa dar continuidade ao governo de reformas, principalmente fiscais, garantindo um ambiente de negócios propicio à manutenção e expansão do crescimento da economia. O futuro está em nossas mãos e Mato Grosso é uma das locomotivas da nossa economia”, pondera Paiva.
MERCADO – Para a diretora executiva do Grupo Valure, a coach e mentora de gestão Lorena Lacerda, esses cenários projetados para o próximo ano são fundamentais para que os empresários possam pensar no impacto deles para seus negócios. “A construção desses cenários propicia a elaboração de um planejamento estratégico para 2018 com um ‘nível de certeza’ um pouco maior para as organizações, o que prevê a sustentabilidade de seus negócios. A propósito, estudos como o do banco Santander, elaborado pelos economistas Everton Gomes e Rodolfo Margato, indicam que Mato Grosso deve encerrar 2017 com um PIB positivo, com variação de 5,1% no comparativo com 2016”, ressalta. Em sua experiência de mercado, como atuante e observadora dos ritmos de negócios, a empresária Lucimar Bigolin, da Bigolin Materiais para Construção, já aposta na expansão em 2018. “O mercado está dando sinais lentamente, mas eles apontam que algo está chegando diferente depois de um longo período de crise – que, sim, existiu e foi profunda. No entanto, nós [empresários] temos agora que acreditar e seguir em frente fazendo as coisas acontecerem”, avalia. PAULO PAIVA – Paulo Paiva é mestre em Demografia pela University of Pennsylvania, professor visitante nos cursos de pós-graduação em Políticas Públicas pela LBJ School of Public Affairs da University of Texas (EUA) e professor adjunto nos cursos de graduação e de pós-graduação em Economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Paiva foi ministro do Planejamento e Orçamento e, posteriormente, ministro do Trabalho, nas gestões de Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 1999.
FUNDAÇÃO DOM CABRAL – A Fundação Dom Cabral foi criada em Belo Horizonte em 1976 e tem como missão a educação executiva, com atividades no Brasil e no exterior. Em Mato Grosso, o Grupo Valure representa a FDC. Entre as atividades desenvolvidas pelo FDC em Mato Grosso constam o programa Parceiros para a Excelência (PAEX) e a especialização em Gestão de Negócios, entre outros. Mais informações pelo site http://www.grupovalure.com.br/ ou pelo telefone (65) 3318-2600.
ZF PRESS

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