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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

"Fatah e Hamas pedem eleições em 2018"

Ägypten Kairo Vetrags-Unterzeichnung von Fatah und Hamas (Getty Images/AFP/K. Desouki)Após pacto de reconciliação, grupos palestinos rivais e outras 11 facções chegam a acordo para realização de pleito presidencial e legislativo na região, que não vai às urnas há mais de dez anos. Abbas deve definir data. Os movimentos palestinos Fatah e Hamas, ao lado de outras 11 facções políticas, chegaram a um acordo nesta quarta-feira (22/11) para a realização de eleições gerais na região até o fim de 2018. Em declaração conjunta emitida após um encontro no Cairo, capital do Egito, os grupos comunicaram a necessidade de eleições presidenciais e legislativas e pediram para que o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, defina uma data para a votação. Abbas, do Fatah, foi eleito presidente em 2005, enquanto as últimas eleições parlamentares ocorreram na região em 2006 – o Hamas venceu o pleito, mas o resultado não foi reconhecido pelo Fatah. O grupo foi privado de sua vitória devido à pressão internacional e acabou por expulsar a ANP e as forças de segurança da Faixa de Gaza. Considerado um grupo terrorista pelos Estados Unidos e pela União Europeia, o Hamas tomou o controle sobre Gaza em 2007, num episódio que quase resultou numa guerra civil. A divisão e a rivalidade entre as diferentes facções palestinas vêm sendo apontadas como um dos principais obstáculos para conversações de paz significativas com Israel. No mês passado, após uma década de hostilidades, um acordo de reconciliação mediado pelo Egito foi finalmente assinado por representantes do Fatah e do Hamas, devolvendo ao governo da ANP, com base na Cisjordânia, o controle administrativo sobre a Faixa de Gaza. Os grupos retornaram ao Cairo nesta semana para acompanhar o andamento do acordo. Na declaração conjunta, afirmaram que o pacto foi o "início realístico do fim" de tal divisão entre as facções. O texto ainda ressaltou a "importância de se remover todos os obstáculos no caminho dos esforços do governo, para que ele possa assumir imediatamente suas responsabilidades em relação ao povo". O acordo de reconciliação foi assinado em 12 de outubro, no Cairo. Na ocasião, o representante do Fatah, Azzam al-Ahmed, e o líder do Hamas, Saleh al-Arouri, afirmaram que o primeiro passo seria reforçar o governo da ANP, que deverá retomar o controle total sobre a Faixa de Gaza até 1º de dezembro. Em setembro, o Hamas concordou em ceder o poder sobre Gaza à ANP, ainda que o destino de suas forças militares no território tenha sido um obstáculo para as negociações. O movimento islamista se envolveu em três guerras contra Israel desde 2008. Um dos pontos fundamentais das negociações foram as sanções impostas pelo presidente da ANP à região, que incluíam a redução do fornecimento de energia elétrica ao território, o que deixava os moradores com apenas algumas horas diárias de eletricidade.
Acredita-se que a reconciliação entre os grupos poderá dar novo impulso às tentativas de Abbas de reavivar as conversações sobre a criação de um Estado palestino no território ocupado por Israel.
EK/afp/dpa/efe/rtr/dw/cp

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