A MAIOR FEIRA DE MATO GROSSO PARA SUPERMERCADOS, PADARIAS E HOTÉIS.

A MAIOR FEIRA DE MATO GROSSO PARA SUPERMERCADOS, PADARIAS E HOTÉIS.
Av. Historiador Rubens de Mendonça, 2.368 - Sala 104 Bosque da Saúde - Cuiabá-MT - 78050-000 comercial@expovarejo.com.br | Fone: (65) 3057-5200

Iguá Saneamento

Iguá Saneamento
Av. Gonçalo Antunes de Barros, 3196 - Carumbé - CEP 78050-667 - Cuiabá-MT • Telefones: 0800 646 6115

Prefeitura de Cuiabá

Prefeitura de Cuiabá
Praça Alencastro, nº 158 - Centro - CEP: 78005-906

ABERT - Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão

ABERT -  Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão
SAF/SUL Qd 02 Bl D Sl 101 Ed.Via Esplanada (Atrás do Anexo do Ministério da Saúde) | Brasília - DF

ABAV EXPO 2018 Conecta

ABAV EXPO 2018 Conecta
Av. Olavo Fontoura, 1209 - Portão 1 - Santana, São Paulo - SP E-mail: visit@abavexpo.com.br

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

"Polícia Federal indicia Haddad por caixa 2"

Fernando HaddadEx-prefeito de São Paulo e mais seis pessoas são suspeitos de crimes na campanha eleitoral de 2012. Gráficas ligadas a ex-deputado petista teriam recebido valor superior ao declarado à Justiça. A Polícia Federal indiciou nesta segunda-feira (15/01) o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad por suspeita de crime de caixa dois – também chamado de falsidade ideológica eleitoral – na campanha para a prefeitura em 2012. Outros seis funcionários também foram indiciados: Chico Macena, coordenador da campanha; João Vaccari Neto, que atuou como tesoureiro; Francisco Carlos de Souza, ex-deputado pelo PT; e outras três pessoas ligadas a uma gráfica que prestou serviços para a campanha do ex-prefeito.A campanha de Haddad, prefeito entre 2013 e 2016, era investigada na Operação Cifra Oculta, deflagrada em junho do ano passado como desdobramento da Lava Jato para apurar a prática de crimes eleitorais e de lavagem de dinheiro em 2012. A investigação teve como base a delação premiada de ex-executivos da empreiteira UTC, principalmente do ex-presidente da empresa Ricardo Pessoa. "Ele narrou em sua colaboração premiada que efetuou pagamento à margem, em contabilidade paralela da campanha do então candidato à prefeitura Fernando Haddad. Esse pagamento foi operacionalizado pelo [doleiro] Alberto Youssef para uma gráfica aqui de São Paulo", ressaltou o delegado Rodrigo de Campos Costa ao início da operação. Segundo os relatos, foram feitos pagamentos por depósitos bancários e em espécie para gráficas no valor total de 2,6 milhões de reais. Algumas das empresas sob suspeita são ligadas ao ex-deputado Francisco Carlos de Souza. Os pagamentos foram feitos, de acordo com o delegado, a pedido do então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. "Os valores pagos para essa gráfica eram muito superiores aos declarados ao tribunal eleitoral como quitação de campanha", enfatizou Costa no ano passado. Em nota, a assessoria de Haddad afirmou, então, que "a gráfica citada, de propriedade do ex-deputado Francisco Carlos Souza, prestou apenas pequenos serviços devidamente pagos peça campanha e registrado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE)". No relatório entregue nesta segunda-feira à Justiça Eleitoral, de 32 páginas, o delegado João Luiz Moraes de Rosa, da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros (Delecor), afirma que "todo conjunto probatório colhido nos autos indica a prestação de serviços gráficos à campanha de Fernando Haddad por parte das empresas LWC e Cândido & Oliveira Gráfica LTDA. em valores acima daqueles declarados à Justiça Eleitoral, bem como o pagamento pela prestação desses serviços via empresas de fachada e recebimento de numerário em espécie, com origem ilícita", citou o portal de notícias G1. Após o indiciamento pela Polícia Federal, a Justiça deve decidir se segue adiante com a denúncia por meio de uma acusação formal, se solicita mais elementos por meio de novas investigações ou arquiva o caso.
LPF/abr/ots/cp

Nenhum comentário:

Postar um comentário