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terça-feira, 3 de abril de 2018

"SAÚDE: Qualidade da água garante segurança nos serviços alimentícios "

Já pensou em beber um café preparado com água de má qualidade? Em casa, esse já seria um grande problema. Afinal, a bebida é composta 98% por água e qualquer alteração pode afetar diretamente seu sabor e qualidade. No entanto, o cenário fica ainda pior quando se trata de um estabelecimento comercial que depende da qualidade da água para oferecer esse e outros serviços aos seus consumidores.Bares, restaurantes, lanchonetes e padarias, bem como outras empresas que atuam no setor alimentício, precisam seguir uma série de normas e exigências que regularizam a qualidade da água – o que garante que apenas líquido potável seja utilizado na manipulação e preparo de alimentos e bebidas.
Até porque, ela representa 100% na composição do gelo, cerca de 98% na composição de chás (e cafés), 83% em bebidas gaseificadas e até 80% em sopas e molhos, por exemplo.
Conforme explica o sócio-diretor da Control – Laboratório de Análises Ambientais –, o engenheiro sanitarista e ambiental Gian Pietro Benevento, muitos estabelecimentos investem nos melhores produtos para a composição de seus cardápios [como grãos de café, folhas e frutas especiais], mas acabam se esquecendo da matéria prima mais utilizada para sua preparação: a água.
“Contaminantes químicos, toxinas e microrganismos patógenos [como vírus, bactérias, fungos e parasitas] podem causar alterações no preparo de alimentos. Eles são capazes de modificar o sabor, odor, aparência e ocasionar a perda de nutrientes. Sem contar que a água contaminada pode levar à deterioração do produto mesmo antes dele sair do local de fabricação”, ressalta.
Gian complementa que a ingestão de alimentos contaminados por água de má qualidade pode trazer diversas consequências à saúde das pessoas. “O caso pode variar conforme o micro-organismo que está se desenvolvendo no alimento. Isto vai de uma simples indigestão [uma dor de barriga ou vômito] até doenças sérias como cólera, hepatite A, febre tifoide, giardíase e leptospirose”, alerta.
PADRÃO DE QUALIDADE – O engenheiro sanitarista e ambiental destaca que é extremamente importante que a água empregada para manipulação e produção de alimentos esteja de acordo com padrões físico-químicos e microbiológicos para ser considerada potável.
“A Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017, do Ministério da Saúde dispõe sobre o controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Essa legislação estabelece limites máximos para enquadrar uma água como potável, seguindo parâmetros físico-químicos e microbiológicos”, explica.
Outra recomendação é a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 216/04, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que visa o estabelecimento de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. No entanto, Gian reforça a importância em se realizar periodicamente a avaliação e o controle da qualidade da água nos estabelecimentos, bem como nas residências.
“É importante garantir que ela esteja atendendo aos limites estabelecidos para potabilidade, assim como que esteja isenta de contaminantes químicos, toxinas e micro-organismos. Vale lembrar que a empresa de saneamento é responsável pela qualidade da água até o hidrômetro do estabelecimento/residência. Após esse limite, a responsabilidade é do empresário/morador. Por isso, também é importante sempre manter os reservatórios limpos e controlar a concentração de cloro, que é o agente protetor da água”, pondera.
CONTROL – Em Mato Grosso, a Control – Laboratório de Análises Ambientais – conta com a certificação ISO 9001 e o mais completo escopo em análises ambientais do Estado: mais de 60 ensaios acreditados pela norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
O laboratório também conta com credenciamentos concedidos pelo CREA-MT (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), pela VISA-MT (Vigilância Sanitária), pela SEMA-MT (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) e pelo CRQ - 16ª Região Registro (Conselho Regional de Química). Mais informações pelo contato (65) 3625-6315 ou por meio do site http://controlmt.com.br/ .
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