Fábio relata que o maior desafio foi se adaptar à nova situação climática e de relevo, já que o atleta passou por uma preparação para correr no Rio de Janeiro; cidade mais fresca, mais úmida e com trajeto plano. Segundo ele, a adaptação para correr o trajeto entre Cuiabá e Livramento foi mais dolorida.
O médico intensivista relatou também ter conhecido o seu limite fisiológico, que entre os corredores é apelidado de “muro”. “Eu quase desisti quando me deparei com ele, aos 32 km, mas com fé em Deus e determinação, segui adiante e consegui com muitas dores, andar os mais 10 quilômetros que restavam”.
Durante o percurso, no entanto, o atleta contou com o imprescindível apoio de um “guardião”: o produto da empresa Qualycare – empresa especializada em home care, remoções e atendimento pré-hospitalar –, que disponibiliza um socorrista para acompanhar os atletas no trajeto desejado, possibilitando mais segurança para a aventura.
“Fez toda a diferença, pois pude arriscar mais, sabendo que eu tinha retaguarda de saúde”, opinou.
Sobre o ineditismo do trajeto, Fábio revela que foi uma grande coincidência, pois sempre corre no Parque Tia Nair e seus familiares moram em Nossa Senhora do Livramento. “Quando comecei a pesquisar um percurso de 42 quilômetros, descobri essa distância entre as cidades e não pensei duas vezes... É esse o trajeto!”.
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