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segunda-feira, 23 de julho de 2018

"POLICIAL: QUAL A SUA MISSÃO?

image1.jpegSabemos que vai além do SERVIR e PROTEGER e esse movimento mesmo silencioso ganha mais força e simpatizantes, dia a dia, nas redes sociais, pelo simples motivo do real quadro que a SEGURANÇA PÚBLICA se tornou, mas sempre pode vir a surgir alguns porquês: Primeiro, tem que se ter em mente que uma das classes de SERVIDORES PÚBLICOS mais consagradas e ao mesmo tempo vítima de preconceito é a função de ser POLICIAL MILITAR. Faça chuva ou faça sol, tem sua escala para cumprir, vidas a salvar e a proteger! E digo isso por experiência própria, durante 10 dias ao mês, vivenciei durante Dez anos convivendo junto a fronteira entre Brasil com a Bolívia com a equipe do GEFRON, e posterior com outros grupos como o próprio exército, ROTAN,BOPE,CAVALARIA,6• BATALHÃO DE CACERES,CIOPAER, dentre outros e sei como a vida desses guerreiros pode ser sofrida! Mas o que estou vendo, pouco a pouco, se desenrolar é o desânimo na tropa de todo Estado em que a moeda de troca é a própria VIDA. Pois além de estatutários tal qual qualquer outro servidor público estadual ainda obedecem a rígida Lei Militar.
Desgastes, equívocos e erros sempre existirão na atividade policial; mas nenhum erro será maior para a sociedade do que transformar a polícia em um lugar de covardes burocratas, que se escondem atrás de procedimentos e regras acabadas, que não resolvem o imediatismo do pavor de um crime acontecendo.
A polícia não é uma profissão de certezas, de escolhas fáceis e certas, de ausência de riscos, de legalidades simples dos bancos acadêmicos. Polícia é risco e incerteza 24 horas do dia. Não existe a possibilidade de esperar um criminoso sacar a arma e apontá-la para você antes de você decidir atirar.
Hoje, na polícia, é mais cômodo não fazer nada, pois aí você evita os riscos das decisões incertas e os procedimentos que delas advém. Ocorre, que isso é o fim da polícia, de nossos protetores.A SOCIEDADE CIVIL E ORGANIZADA não deve apenas COBRAR e sim QUESTIONAR: QUANTO VALE A VIDA DE UM PAI/MÃE DE FAMILIA QUE, DIARIAMENTE, LUTA PARA MANTER A PAZ E A ORDEM PÚBLICA? PODERÍAMOS DIZER QUAL O VALOR DE UMA VIDA?
Não existe o discurso do herói, do fazer o bem para a sociedade, do transformar o mundo em lugar melhor quando apontam uma arma para você.
Ninguém vai pra rua quando o confronto é iminente e a derrotado a certa, seja morrendo ou voltando vivo para casa. Essa situação tem que se tornar pública e levada a conhecimento de todos fora da CASERNA, dos BATALHÕES para os jornais, TVs e mídias eletrônicas, é assim que um movimento toma corpo.
Perceba a difícil missão de fiscalizar as nossas fronteiras, em uma faixa fronteiriça de 950 KM e aproximadamente 720 KM de fronteira seca entre o Estado de Mato Grosso e a Bolívia, advém de vários fatores onde podemos somar a falta de veículos aliados a tecnologia, um efetivo de homens bem treinados, estrutura, uma comunicação deficiente e grandes distâncias com inúmeras estradas “cabriteiras” e principalmente a ínfima quantidade de recursos orçamentário destinado a Segurança de fronteira explica o porque de Mato Grosso figurar nas manchetes dos grande jornais e Televisiva como uma região emblemática e que serve de porta de entrada para o tráfico internacional de entorpecentes e afins.
Houve avanços com o chamamento de novos concursados, melhoria com entrega de Veiculos, armas e munições, e até mesmo o arresto e leilões de bens oriundos de Ilícitos com a renda revertida para o aparelhamento das forças de segurança, porém sabemos que temos ainda muito a se fazer.
Como no segundo parágrafo do artigo, ainda hoje há muitas deficiências a serem sanadas, seja pelo governo estadual ou federal, como nosso Estado trata-se de uma região de imenso território com varias fronteiras caracterizada principalmente por serem em lugar ermo e de difícil acesso e comunicação, temos um isolamento que na maioria das vezes impede um trabalho 100% eficiente, pois nestas Barreiras não dispomos de telefone e internet e muitas vezes passamos dias sem noticias de nossos familiares, não podemos esquecer jamais que estamos falando de seres humanos sendo pais e mães de famílias.
Por fim, é mais um setor que merece e precisa ter a atenção DE FORMA SÉRIA E COMPROMETIDA por parte de nossos atuais e futuros governantes, deputados Federais, estaduais e gestores públicos.
Essas ações sendo tomadas observaremos que em médio prazo terá um custo bem reduzido se comparado com as medidas paliativas que os crimes já citados oriundos da fronteira causam ao erário mato-grossense e brasileiro.
A questão de estruturar a segurança pública é algo que trago à baila mais uma vez devido como já citado vivenciei por mais de uma década de convivência numa região corriqueira de crimes e a menos de 300 km da Capital do Estado, e cada um de um de nós cidadãos mato-grossenses certamente já fomos vítimas, conhecemos alguém, ou mesmo ainda sofremos com a violência enquanto tentamos sobreviver nosso dia a dia.
Compartilho com você leitor e peço que compartilhem esse meu relato com o propósito de desmistificar qualquer corporativismo e que as forças de segurança merece respeito e confiança, para coibir desvios de condutas internas existe a corregedoria, a PMMT dentre as forças que compõem a segurança pública é uma instituição secular que garante a lei e a ordem. E precisamos obviamente adentrar outros segmentos públicos que deixaremos para debater nas próximas reflexões.
Max Campos é Servidor Público Estadual do INDEA-MT, Articulista politico e Pré-Candidato a Deputado Federal.

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