Os recursos são para a construção do trecho da Fico entre Água Boa, cidade a 743 km de Cuiabá, e o município de Campinorte, no estado do Goiás. Esta será a primeira ferrovia construída após a nova política adotada pelo governo federal para regulação do setor ferroviário. “A Fico liga, de forma transversal, Mato Grosso e, com certeza, vai dinamizar o transporte e o escoamento de grãos no estado. Portanto, nesta discussão, agora, a única coisa que não podemos permitir é que o Estado de Mato Grosso, que sempre foi deixado para um segundo momento, seja prejudicado neste momento”, afirmou.
O ministro Eliseu Padilha reafirmou o compromisso com Mato Grosso e a prioridade em viabilizar a construção de mais um trecho da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste. “É um sonho antigo não só da população mato-grossense, mas de todo o país. O presidente já garantiu ao senador José Medeiros que nenhuma pressão vai prejudicar o investimento de R$ 4 bilhões que a Vale fará para construção da Fico", enfatizou o ministro.
Padilha lembrou ainda, que o governo federal recorreu à iniciativa privada para construir ferrovias consideradas estratégicas. Em troca, as empresas, como a Vale, terão outros contratos, como concessão de linhas férreas, renovados por 30 anos. “A Fico é prioridade para o nosso governo”, concluiu o ministro da Casa Civil.
A Fico será construída pela mineradora Vale, que em troca terá as concessões das linhas férreas Carajás (no Pará e no Maranhão) e Vitória–Minas renovadas até 2057.
Assessoria | PODE-MT
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