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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

"ELEIÇÕES 2018: Como ficou a corrida ao Planalto após fim de semana decisivo"

Convenção do PT: Haddad entrou na chapa como vice de LulaPT anuncia Haddad como vice de Lula, e Manuela D'Ávila fica de plano B. Ciro se alia à senadora Kátia Abreu, também do PDT, e Bolsonaro terá general como companheiro de chapa. Treze nomes devem disputar a Presidência. Com o fim do prazo previsto na legislação eleitoral para definição dos candidatos às próximas eleições, neste domingo (05/08), quando se encerram as convenções partidárias, Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) finalmente acabaram com a incógnita de quem seriam seus companheiros de chapa. No total, 13 candidatos e seus vices confirmaram que vão disputar a Presidência.
Geraldo Alckmin (Agência Brasil/J.Cruz)O PT anunciou Fernando Haddad (PT) como candidato à vice na chapa encabeçada por Lula. Preso em Curitiba desde abril após ser condenado em segunda instância a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá, o ex-presidente teve sua candidatura a mais um mandato oficializada no sábado.
O anúncio do nome de Haddad foi feito na conta oficial do PT no Twitter, após o registro do candidato a vice ser feito minutos antes de o prazo legal se encerrar, por volta das 23h55 de domingo. Haddad, filiado ao PT desde 1983 e ex-prefeito de São Paulo, foi escolhido após reunião da executiva nacional do partido.A escolha do vice de Lula era vista com especial atenção, porque o nome pode eventualmente substituir o ex-presidente caso ele tenha o registro de sua candidatura negado pela Justiça Eleitoral –com base da Lei da Ficha Limpa, que prevê inelegibilidade após condenação em segunda instância – ou desista da disputa.
O prazo final para a substituição do candidato vence em 17 de setembro. Caso Lula e o PT decidam insistir na candidatura do ex-presidente depois desse prazo, há o risco de a sigla ficar sem candidato, se a Justiça não conceder o registro e os votos dados ao petista forem anulados.
Marina Silva, ao lado de seu vice, Eduardo Jorge, em convenção no sábadoDiante do cenário de incerteza e após longas negociações, o PT conseguiu selar uma aliança com o PCdoB, que desistiu de lançar Manuela D'Ávila, deputada estadual do Rio Grande do Sul, como candidata à Presidência. Ela chegou a ser confirmada como cabeça de chapa do PCdoB na última quarta-feira e agora ficará na posição de vice reserva.
Nas negociações com o PT, ficou acordado que Manuela vai viajar o país junto com Haddad, escolhido para vice na chapa petista, para fazer campanha em nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aclamado no sábado como candidato. Na prática, o PT assumiu que Lula pode ser impugnado já antes do primeiro turno, o que faria com que Haddad assumisse o posto de candidato a presidente, e Manuela, de vice em seu lugar.
Ciro se alia a nome polêmico
Também no campo da centro-esquerda, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que a senadora Kátia Abreu (PDT-TO) será candidata a vice ao lado do presidenciável Ciro Gomes. O anúncio oficial da chapa foi marcado para esta segunda-feira.
Ex-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNI), Abreu tem laços fortes com o setor do agronegócio. Segundo Lupi, para a escolha da senadora foram levadas em conta sua representatividade no Centro-Oeste e sua postura combativa, destacando que ela se opôs fortemente ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Ela também fez duras críticas ao governo Michel Temer, o que lhe rendeu a expulsão do MDB no ano passado.
Kátia Abreu foi ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do governo Dilma, de 2015 a 2016. À época de sua indicação para o cargo, ambientalistas do Greenpeace criticaram a escolha, destacando que a senadora, conhecida como "Miss Desmatamento", foi uma das principais representantes dos interesses do agronegócio e da bancada ruralista no Congresso Nacional durante seu mandato como senadora.
Bolsonaro aposta em general
Também neste domingo, após ter vários convites recusados, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, finalmente definiu seu vice. Em convenção do partido em São Paulo, ele anunciou o nome general da reserva Hamilton Mourão como companheiro de chapa.
O militar, de 64 anos, é presidente do Clube Militar e filiado ao PRTB, a sigla nanica comandada por Levy Fidelix. Ele ganhou notoriedade em 2017, quando ainda estava na ativa, ao afirmar publicamente duas vezes em um período de três meses que as Forças Armadas poderiam intervir militarmente se as instituições, em especial o Judiciário, não retirassem da vida pública políticos envolvidos com atos de corrupção.
Além de Lula, Ciro e Bolsonaro, outros dez candidatos disputarão a Presidência: Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (Psol), Henrique Meirelles (MDB), Joâo Amoêdo (Partido Novo), João Goulart Filho (PPL), José Maria Eymael (DC), Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU).
Se todos os 13 indicados forem agora avalizados pela Justiça Eleitoral e todas as candidaturas forem mantidas, será confirmado um cenário de eleição pulverizada, com o maior número de postulantes ao Planalto desde 1989, quando 22 nomes participaram da disputa.
LPF/abr/ots/cp

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