A ampliação prevista pelo ICMBio cria duas novas áreas de conservação e aumenta outras duas. Estudo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indica que 103 produtores que possuem propriedades na região serão afetados pela medida.
Nilson Leitão lembra que “são pantaneiros que estão lá há muito tempo, desde seus tataravôs”.
“Isso gerou uma crise, uma instabilidade jurídica absurda. É nossa função alertar ao Governo Federal e ao Ministério para que parem com isso, que não passa de uma forma de agradar organizações internacionais e ambientalóides que não estão preocupados nem com os brasileiros. No Pantanal não tem soja, não tem milho... Tem apenas gado, que é natural da região e faz parte daquela linda paisagem”, explicou.
“Nós vamos impedir isso com muita luta política. Já conseguimos que o ministro suspenda qualquer encaminhamento nesse sentido junto ao ICMBio até que uma nova conversa seja marcada, que deve ocorrer em novembro. Até lá tem muito tempo para nos organizarmos. O Governo de Mato Grosso é contrário a essa ampliação, as bancadas federal e estadual também, prefeitos, vereadores e todos os pantaneiros. O estado inteiro não pode ser afrontado com esse tipo de ação de parte do Governo Federal, que neste caso é apenas o ICMBio”, concluiu Nilson Leitão.
Assessoria
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