Ele explica ainda que, como consequência da baixa umidade do ar, é possível que a pessoa perceba um aumento na sensação de cansaço, indisposição física, além de uma grande secura na pele, olhos, nariz e garganta. O diretor lembra ainda que outros fatores potencializados pelo clima seco é o aumento na probabilidade de incêndios e, consequentemente, da procura por atendimentos médicos, principalmente por pessoas com alergias.
“A precaução é fundamental para que a preservação da saúde e o bem estar de todos estejam assegurados. Por conta disso, nossas principais recomendações é que o consumo diário de água seja aumentado e a exposição direta aos raios solares evitada. Também é indicado que em ambientes fechados faça-se o uso de umidificador, de recipiente com água ou, até mesmo, uma toalha molhada”, sugere Wolkmer.
Seguem abaixo algumas sugestões da Defesa Civil de Cuiabá, visando melhorar a qualidade de vida do cidadão, nesse período em que os índices da umidade estejam abaixo de 30%:
1. Ingerir muita água;
2. Evitar exercícios físicos entre 10h e 16h;
3. Evitar grandes aglomerações;
4. Evitar exposição prolongada a ambientes com ar condicionado;
5. Utilizar em ambientes internos, baldes com água, toalhas molhadas e umidificadores de ar (no caso dos baldes com água, vale observar se eles ficarão fora do alcance das crianças, eliminando os riscos de afogamento;
6. Evitar exposição direta aos raios solares. Caso exposição seja inevitável, utilizar protetor solar, guarda-sol com proteção UV e roupas leves;
7. Não provocar queimadas.
Confira a classificação dos estados de criticidade definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS):
Acima de 30% - Aceitável
Entre 21 e 30% - Estado de Atenção
Entre 12 e 20% - Estado de Alerta
Abaixo de 12% - Estado de Emergência
Repórter: Bruno Vicente
Fotos: Luiz Alves
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