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terça-feira, 30 de outubro de 2018

"Como fazer jornalismo especializado de qualidade: Profissionais dão as dicas"

Economia, turismo, saúde, educação, meio-ambiente, temas não faltam e não por acaso o jornalismo especializado tornou-se um dos setores mais promissores como campo de trabalho para profissionais de comunicação. Mas como escapar das mesmices nas pautas e destacar-se em uma área que se torna mais e mais competitiva a cada dia?Esses e outros temas foram debatidos no Fórum Jornalismo Especializado Brasil 2018, realizado pelo Centro de Estudos da Comunicação (Cecom) em parceria com a Faculdade Cásper Líbero. No painel "Caminhos para o bom jornalismo especializado", os jornalistas Adriana Moreira, editora do caderno Viagem de O Estado de S. Paulo; Cristina de Luca, editora da IT Midia e blogueira do UOL Economia; Dal Marcondes, diretor executivo do Instituto Envolverde e editor da agência de mesmo nome; e Luiz Fernando Toledo, repórter do Estadão e coordenador dos workshops de jornalismo de educação da Jeduca (Associação de jornalistas de educação) deram dicas para ser um bom profissional trabalhando com jornalismo especializado.
"Não tem receita de bolo, mas você precisa se dedicar", avisa Cristina. Nesse sentido, encontrar a linguagem adequada ao público que se deseja atingir é fundamental. Adriana destaca que esse tem sido um dos trunfos daqueles que têm se destacados em canais nas redes sociais, por exemplo. Além disso, a mídia tradicional precisa ser mais ousada e arriscar nos formatos. Vídeo, podcast, lives... as opções são muitas e merecem ser exploradas para fazer subir a audiência.
"É preciso identificar o que vai conversar melhor com sua audiência. Entender a linguagem do seu público e testar, porque não existe fórmula perfeita", ressalta Adriana. Confira a seguir uma lista com as principais dicas dos quatro convidados:
- Cuidado com a apuração é básico. Jornalismo é um só e o princípio principal também.
- Ter cultura geral. Mesmo o especialista precisa conhecer outras áreas porque sua especialidade tangencia outros segmentos e é contextualizando os fatos que o bom repórter pode saber quais perguntas precisam ser feitas.
- A contextualização da pauta também é essencial para torná-la significativa.
- Um dos grandes desafios do jornalismo especializado é unir com qualidade a quantidade de informações disponíveis.
- É fundamental que o profissional tenha gana para adquirir conhecimento específico.
- A procura por pautas não pode se limitar apenas às fontes tradicionais de entrevista. Consultas regulares a bases de dados podem ser o ponto de partida de matérias interessantes.
- Construir um banco de dados próprio reunindo números é outra coisa importante. Muitas vezes, as informações são fornecidas desconectadas de quadros evolutivos, propositalmente ou não, e sua importância no contexto geral acaba passando despercebidas.
Marta Teixeira/Caminho Político

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