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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

"Desmatamento na Amazônia registra alta de 13,7%, segundo Prodes"

GP0STSKHQ_Web_size_with_credit_line7.900 km² de vegetação foram destruídos ao total, pior resultado dos últimos 10 anos, cerca de 1,18 bilhão de árvores.O desmatamento na Amazônia Brasileira registrou um aumento de 13,7% entre agosto de 2017 e julho de 2018, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), responsável pelo monitoramento da cobertura nativa da maior floresta tropical do planeta. Mesmo com o aumento no número de autuações e apreensões no mesmo período, o Brasil perdeu, nesse último ano, uma área total de 7.900 km², o equivalente a 1,185 bilhão de árvores aproximadamente, considerando 1500 árvores por hectare. Representa, ainda, 987.500 campos de futebol ou 5,2 vezes o tamanho da cidade de São Paulo.
"Os números da destruição, que já eram altos e inaceitáveis, ficaram ainda piores. Grande parte das respostas para esse aumento estão em Brasília. É do centro do poder que parte o estímulo constante ao crime ambiental nos rincões da Amazônia", afirma Marcio Astrini, coordenador de políticas públicas do Greenpeace Brasil.A bancada ruralista, com apoio de parte do governo, vêm apresentando uma série de propostas que terão impacto direto na proteção das florestas, seus povos e do clima do planeta: Lei da Grilagem, flexibilização do licenciamento ambiental no Brasil, ataque aos direitos indígenas e quilombolas, adiamentos do Cadastro Ambiental Rural (CAR), tentativas de redução de áreas protegidas e paralisação das demarcações de Terras Indígenas, entre outras.
“Esse conjunto de propostas beneficia quem vive de desmatar a floresta, grilar terras e roubar o patrimônio natural dos brasileiros. As consequências estão traduzidas agora nos números da destruição da Amazônia”, afirma Astrini.
Se nada for feito para refrear o desmatamento, coloca em risco, inclusive, a contribuição do país para o Acordo de Paris. "A depender do governo Jair Bolsonaro, as previsões para a Amazônia (e para o clima) não são boas. Tudo o que funcionou no combate à destruição florestal está sob ameaça. Ele pretende liberar a exploração de Terras Indígenas e Unidades de Conservação e enfraquecer o poder de fiscalização do Ibama. Se concretizadas, essas propostas levarão a uma explosão da violência no campo e colocarão em risco a esperança climática do planeta”, declara.
Rebecca Cesar/Caminho Político

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