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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

"ONU aprova ajuda humanitária para Venezuela"

Crise esvaziou prateleiras de supermercados na Venezuela Fundo da ONU repassará US$ 9,2 milhões ao país, que serão destinados a programas de assistência nutricional e de saúde. Venezuela enfrenta grave crise econômica, marcada pela escassez de alimentos e medicamentos. A ONU anunciou nesta segunda-feira (26/11) que destinará 9,2 milhões de dólares em ajuda humanitária para a Venezuela. O país enfrenta uma grave crise econômica que afeta a Venezuela, marcada por uma acentuada recessão, hiperinflação e escassez de alimentos, medicamentos e outros produtos básicos. Essa é a primeira vez que as Nações Unidas destinam recursos emergenciais para o governo de Nicolás Maduro, que culpa os Estados Unidos pela crise e acusa adversários políticos de promoverem uma suposta guerra econômica que prejudicaria a Venezuela.
De acordo com o Fundo de Resposta Emergencial Central (​Cerf) da ONU, a verba será destinada a programas de assistência nutricional voltados a crianças menores de cinco anos, grávidas e mulheres lactentes em risco, além de programas de saúde para pessoas vulneráveis."As alocações do Cerf são feitas para garantir uma resposta rápida para emergência de início súbito ou para condições de rápida deterioração em emergências existentes”, destacou o fundo.
Segundo a agência de notícias Reuters, fontes da ONU disseram que as Nações Unidas podem ainda repassar mais recursos para a Venezuela por meio de outros programas.
Maduro vinha negando a crise e, por isso, se recusava a receber a ajuda emergencial. Críticos do governo celebraram o anúncio e afirmam que a decisão indica o reconhecimento do problema pelas autoridades venezuelanas. Caracas não quis comentar o repasse acertado com a ONU.
A grave crise econômica que afeta a Venezuela provocou um êxodo de centenas de milhares de venezuelanos. A ONU estima que 3 milhões já deixaram o país desde 2015. A maioria foi para a Colômbia e Peru.
Quem permanece no país enfrenta muitas dificuldades. Até 90% da população vive na pobreza e os venezuelanos perderam, em média, 11 quilos no ano passado, devido à falta de comida. Os hospitais não têm água e falta remédio para salvar pacientes com doenças crônicas.
Com uma economia dependente do petróleo, a Venezuela sofreu com a queda global do preço deste recurso, que se somou a má gestão financeira e política. A crise gerou uma hiperinflação, que, segundo economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI), pode chegar a mais de 1 milhão por cento neste ano.
CN/rtr/ots/cp

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