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domingo, 2 de dezembro de 2018

"Novo portal no segmento esportivo é o primeiro a apostar em modelo de assinaturas"

O ideal de duas paixões está na base da criação do recém-lançado portal O Esportista (https://www.oesportista.com/) no Brasil. A primeira foi a paixão de Fabio Michelini, idealizador e diretor do portal, pelo esporte. A segunda, a determinação de fazer "que o leitor se apaixone novamente pela leitura esportiva", como afirma o executivo. Com a extinção ou enxugamento na estrutura de tradicionais revistas esportivas, como a da ESPN e a Placar, por exemplo, surgiu uma lacuna nesse segmento no mercado editorial brasileiro. E é junto a esse público desejoso de conteúdo diferenciado que O Esportista planeja se firmar e com a vantagem de já nascer 100% online, formato ao qual os leitores aderem cada vez mais.
"Queremos ser a revista de esporte do torcedor brasileiro, só que com um grande diferencial que somente o mundo online é capaz de proporcionar, trazendo esse tipo de conteúdo todos os dias, e não somente uma vez no mês, como era o caso das antigas revistas de esporte e futebol", destaca Michelini.
Para bancar o projeto, seus idealizadores apostam em um modelo de negócios de assinatura com valores acessíveis (R$ 9,90 no plano anual e R$ 12,90 no mensal). "O jornalismo tem enfrentado grandes perdas e mudanças, e vemos que, hoje, é raridade pessoas assinarem alguma mídia impressa. Enquanto isso, o ambiente online se mostra o melhor caminho para quem busca mais do que informações superficiais. Queremos trazer conteúdos de revista para esse ambiente, contar histórias que ninguém mais conta, com temas que o leitor veja valor e o faça voltar a se apaixonar pelo noticiário esportivo", acrescenta o executivo.
E para entregar esse conteúdo, o portal começa a funcionar com uma equipe de sete jornalistas. Entre eles, nomes bem conhecidos na mídia esportiva como Leandro Boudakian, apresentador da Rádio Transamérica; Rogerio Barolo, do Mesa Redonda e Record; e Marcio Papi, ex-TV Bandeirantes e ESPN Brasil. "Esperamos muito em breve ampliar este quadro e dar oportunidades a outros excelentes profissionais que acreditem no nosso projeto", completa Michelini.
Leia abaixo, a entrevista do executivo ao Portal IMPRENSA/Caminho Político.
Como surgiu a ideia de criar o portal e por que a opção pelo Esporte, especificamente?
Primeiramente pela minha paixão por esporte. Sou bacharel em Esporte pela USP e, desde que sai da faculdade, busco oportunidades de negócios que fossem relacionados ao esporte. O portal, mais especificamente, surgiu depois que comecei a observar alguns portais de esportes americanos, e como eles tratam o noticiário esportivo de forma bem diferente da que os portais no Brasil tratam. Lá, temos uma gama enorme de notícias, análises, histórias, conteúdos realmente diferenciados para tudo quanto é gosto. Aqui, infelizmente, a maioria dos portais se resume a notícias, com uma ou outra opinião curta de seus comentaristas e/ou blogueiros. Dessa forma, vi uma oportunidade. A falta de conteúdo de qualidade relacionada a esporte, principalmente aos times de futebol e que a maioria dos brasileiros é apaixonada, também foi um dos pontos que pesamos.
O carro-chefe é o futebol, mas como ficam os esportes olímpicos dentro do projeto?
Somos uma startup e escolhemos o futebol para iniciar nosso projeto exatamente por ser o esporte onde se encontra o maior número de leitores que anseiam pelo conteúdo que produzimos. Mas, após conseguirmos ampliar a nossa cobertura no futebol, já temos em mente que iremos também cobrir outros esportes, inclusive os esportes olímpicos.
O modelo de assinatura tem se popularizado no mercado nos últimos tempos, acreditam que essa é a principal salvação para o futuro do jornalismo?
Hoje em dia, somente os grandes players conseguem ter receitas suficientes para sobreviver através de propaganda online. Mesmo no caso dos grandes, infelizmente, vemos que há cada vez mais demissões, enxugamento do time, terceirização de setores, isso tudo acaba afetando o conteúdo que chega aos leitores. Não digo que o modelo de assinaturas é a salvação e nem que o modelo de propagandas está acabando, mas sem dúvida o modelo de assinaturas vem pra ajudar muitas empresas a melhorar a sua situação financeira. Entretanto, de nada adianta ter um modelo de assinaturas se o conteúdo vendido é raso e que não desperta interesse do leitor.
O projeto de vocês não prevê pop-ups ou outros tipos tradicionais de Ads eletrônicos, o modelo de negócios é de assinatura. Esse segmento tem se popularizado no mercado nos últimos tempos, mas mesmo grandes jornais internacionais fazem uma combinação de assinatura e propagandas, por que acreditam que apenas com o acesso pago será possível manter esse projeto?
O nosso portal, especificamente, foi criado para atender em primeiro lugar o leitor. Tudo o que fazemos é pensado em sua melhor usabilidade. Acreditamos que uma vez que fizéssemos o que os outros fazem, entupindo o site com propagandas e pop-ups, a leitura e usabilidade do site pelo leitor seriam prejudicadas. E não queremos isso. Outro ponto é que nosso conteúdo é completamente diferente do que outros jornais fazem. Não damos notícias. Não queremos ser os primeiros a noticiar algo. Queremos que o leitor se apaixone novamente pela leitura esportiva. Queremos que ele venha ao nosso portal e saia de lá satisfeito pela leitura que ele acabou de ter. Somos 100% focados no leitor. E acreditamos que ao estar 100% focados nele, conseguiremos levar algo que nenhum outro jornal é capaz, uma vez que eles estão preocupados em gerar receitas de outras formas.
Têm pretensão de incluir outras fontes de renda no futuro?
Na produção de conteúdo escrito, não. Se viermos a produzir outros tipos de conteúdos, é possível. Iremos analisar caso a caso, mas sempre com foco 100% nos nossos assinantes.
Quais as expectativas de vocês em relação a retorno de adesão a curto e médio prazo?
Temos uma expectativa muito boa. Vemos hoje em dia uma menor resistência por parte dos leitores em pagar por conteúdo online. Também vemos alguns veículos crescendo rapidamente sua base de assinaturas online. Apesar de sermos o primeiro portal exclusivamente de Esporte e de assinatura no Brasil, esperamos crescer rapidamente e atingir nosso breakeven no curto prazo, e fazer uma cobertura mais ampla e de escala nacional no médio prazo.
Como fazer frente à concorrência de gigantes como Globoesporte .com e UOL esportes trabalhando com conteúdo pago?
Não os consideramos concorrentes diretos. O tipo de conteúdo que produzimos não se encontra nesses sites. Trabalhamos de uma maneira mais aprofundada do que apenas noticiar movimentações e/ou placares. Contamos histórias únicas. Fazemos análises exclusivas. Não damos simplesmente notícias. Se fosse o caso, com certeza seria impossível concorrer com dois gigantes e que oferecem conteúdos gratuitos.
Editorialmente, a proposta de vocês é oferecer conteúdo diferenciado, próximo ao de uma revista. Como conciliar isso às exigências do leitor de esportes que, tradicionalmente, anseia por informações praticamente em tempo real de seu clube?
Entendemos perfeitamente que existem muitos torcedores que não buscam esse tipo de conteúdo, porém, há muitos deles que hoje estão sem alternativas no mercado. Então estamos aqui para atender o torcedor que anseia não somente informações em tempo real de seu clube, mais anseia por conteúdos profundos, únicos e diferenciados, entregues de uma forma amigável.
Marta Teixeira/Caminho Político

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