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domingo, 10 de fevereiro de 2019

"Manifestação em frente à Casa Branca cobra responsabilização por assassinato de jornalista"

O Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) organizou uma conferência de imprensa em frente à Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos, para cobrar responsabilidade no assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi. Esta sexta-feira (8), é o prazo limite para que o governo de Donald Trump entregue um relatório sobre o crime ao Senado americano. "A mensagem mais arrepiante enviada pelo assassinato de Jamal Khashoggi é que ninguém está seguro do alcance brutal da Arábia Saudita. O Congresso dos Estados Unidos condenou o assassinato e pediu respostas da administração Trump, que insistiu em dobrar o relacionamento especial com o reino repressivo e desconfiou das descobertas de sua própria agência de inteligência", declarou Courtney Radsch, diretora da CPJ. "Os Estados Unidos não podem permanecer passivamente neste caso e deve estabelecer o limite e enviar uma mensagem unida à Arábia Saudita".
Khashoggi foi assassinado no dia 2 de outubro de 2018, dentro do consulado saudita em Istambul, na Turquia. Opositor da monarquia da Arábia Saudita, um ano antes, ele havia fugido para os Estados Unidos, onde trabalhava como articulista no Washington Post, temendo represálias do governo de seu país. Inicialmente, autoridades da Arábia Saudita negaram o crime. Posteriormente, admitiram que houve o assassinato, mas afirmaram que o mesmo foi praticado por funcionários agindo à revelia da Casa Real. Uma investigação inicial feita pela CIA, concluiu que era muito provável o envolvimento do príncipe herdeiro Mohammed Bin Salman na ocorrência.
No dia 10 de outubro, membros do Comitê de Relações Internacionais do Senado enviaram uma carta a Trump acionando a Lei Magnitsky Global estabelecendo o prazo de 120 dias para que o governo entregasse um relatório detalhando as responsabilidades pela morte de Khashoggi. A referida lei autoriza o governo dos Estados Unidos a aplicar sanções em casos de desrespeito aos direitos humanos.
IMPRENSA/Caminho Político

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