
“Comparado a 2018, Mato Grosso em 2019 vai passar a ter R$ 600 milhões a mais do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab). São R$ 670 milhões a mais de ICMS e R$ 161 milhões a mais de IPVA. Isso com base nas contas do primeiro quadrimestre apresentadas pelo governo do estado, que representa aproximadamente R$ 1,431 bilhão”, disse.
O parlamentar avalia que a quantia estimada em arrecadação é irrisória perto do que será gasto para aplicação do cumprimento da Lei 510/2013 - pauta principal da reivindicação dos professores. Trata-se de uma lei aprovada na gestão do ex-governador Silval Barbosa que prevê o aumento do poder de compra dos profissionais da educação por meio de um reajuste concedido na ordem de 7,69%.
“O que precisa ao governador é humildade para colocar fim a essa greve, que prejudica o mais pobre. Quem estuda na rede pública é o filho do pedreiro, da empregada, do trabalhador em geral. Chega de intransigência, já que os próprios professores sinalizaram que aceitam o parcelamento em até 10 vezes”, concluiu o deputado Wilson Santos.
RAFAEL COSTA/Caminho Político
Nenhum comentário:
Postar um comentário