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terça-feira, 20 de agosto de 2019

"Câncer de pulmão tem cura; rastreamento e diagnóstico precoce são aliados "

No Brasil, assim como no mundo, o câncer de pulmão é o mais comum entre os tumores malignos. A neoplasia também figura em primeiro lugar no quesito taxa de mortalidade. No entanto, estudos científicos apontam que esse quadro poderia ser reduzido com o diagnóstico precoce e o rastreamento da doença. Até porque há uma notícia positiva para o combate à doença: o câncer de pulmão tem cura. “Entre as maneiras mais eficazes para reduzir a mortalidade, além de cessar o tabagismo, consta o diagnóstico precoce.
Isto, pois se um paciente é diagnosticado com câncer de pulmão em estágio IV (em que a doença se espalhou para outros órgãos), após um ano, terá de 15-19% chance de sobrevida – comparado com 85% daquele que foi diagnosticado em estágio I (inicial)”, explica o oncologista clínico do Santa Rosa Onco, do Grupo Santa Rosa, Geraldo Alves de Paula Neto.
Considerado um vilão silencioso, o câncer de pulmão pode crescer por muitos anos sem apresentar nenhum sintoma específico. A neoplasia só causa sintomas em estágios avançados – como tosse persistente, falta de ar, tosse com sangue e perda de peso. Sinais que devem entrar no radar para avaliação médica. Diante dessa perspectiva, o oncologista clínico – que é ex-pesquisador associado da Newcastle University (Inglaterra) – reforça a importância do rastreamento da doença.
“Um estudo realizado na Holanda e na Bélgica, intitulado Nelson, apontou que a realização de tomografia de tórax de baixa radiação na população de alto risco reduz a mortalidade em 26% nos homens e entre 39-61% nas mulheres. A avaliação foi feita com 15.792 pessoas – divididas para observação entre pacientes que não realizaram tomografia e pacientes que realizaram o rastreamento periódico (na entrada do estudo e na sequência após um, três e cinco anos e meio)”, comenta Geraldo.
Outro projeto similar, desenvolvido em Manchester e Liverpool, revelou dados ainda mais impressionantes. “Antes do estudo, apenas 18% dos casos de câncer de pulmão eram diagnosticados no estágio I e cerca de 48% no estágio IV. Após a pesquisa, essa proporção se inverteu: 68% dos casos passaram a ser diagnosticados no estágio I e 11% no estágio IV, o que conferiu melhor prognóstico e maiores chances de cura”, alertou o oncologista clínico.
POPULAÇÃO DE ALTO RISCO – Geraldo ressalta que esses estudos traçaram o perfil da população de alto risco. “Pessoas com mais de 50 anos e que fumaram, pelo menos, 15 cigarros diários por 25 anos ou dez cigarros por 30 anos. Porém, vale salientar que esse é apenas o desenho do estudo e que uma carga tabágica muito menor já é suficiente para desencadear o câncer de pulmão”, pondera.
O médico oncologista complementa que a detecção precoce envolve pontos sensíveis, principalmente em países tropicais. “No Brasil, por exemplo, é alta a incidência de doenças infecciosas respiratórias e as imagens das tomografias podem revelar nódulos falso positivo para câncer – e, consequentemente, gerar ansiedade nos pacientes. Por isso, é muito importante que a população de alto risco procure médicos especializados para essa investigação”, sinaliza.
ACREDITAÇÃO – Com mais de duas décadas, o Santa Rosa é o único hospital de Mato Grosso certificado pela Acreditação Canadense, nível Diamond – uma das principais certificações de qualidade em saúde no mundo. A instituição também é certificada em Excelência, Nível III, pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e em Nível 6 da EMR Adoption Model (EMRAM) pela Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS) Analytics.
Assessoria de Imprensa Hospital Santa Rosa - ZF Press/Caminho Político

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