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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

"DESTAQUE: Câmara homenageia jornalista mato-grossense que apresentou o Jornal Nacional"

A jornalista e apresentadora Luzimar Collares foi homenageada com Moção de Aplausos concedida por indicação do vereador Dilemário Alencar (PROS) e aprovada por unanimidade pelo Plenário da Câmara Municipal de Cuiabá. A honraria foi entregue em mãos, na Sessão Ordinária desta quinta-feira (21), quando a jornalista usou a Tribuna Livre para falar sobre a experiência de ter apresentado o Jornal Nacional, na edição que foi ao ar no último sábado 16.
O JN, segundo os índices de audiência, é o principal programa de notícias da televisão brasileira e completa 50 anos em 2019. Para comemorar esse sucesso, a Rede Globo promoveu um rodízio da dupla de apresentadores no comando da banca do telejornal. Luzimar dividiu a bancada com companheiro de Alagoas Felipe Toledo.
Ela agradeceu, sobretudo, o apoio recebido do povo mato-grossense percebido nos feed back via redes sociais, por manifestação de telespectadores de todo estado, desde a divulgação de que seria ela a representante da TVCA no cinqüentenário do noticioso. A dupla recebeu os parabéns da direção da emissora matriz pela “apresentação tecnicamente perfeita”, informou a homenageada.
A apresentador e o vereador consideraram a Moção de Aplausos como uma reverência a todos os jornalistas do estado e destacou, principalmente, por que ocorre “em um momento de tanta polaridade” política no país, o que torna o país um lugar perigoso para o exercício da profissão.
O Brasil é considerado um dos países mais perigosos para o profissional de imprensa. Um relatório publicado pelo Conselho Nacional do Ministério Público, juntamente com a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (ENASP), aponta que 64 profissionais de mídia foram assassinados no país entre 1995 e 2018. Esse número coloca o Brasil como o 6º mais perigoso para a prática do jornalismo.
A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Cultura, Educação e Cultura) comentou o relatório afirmando que esse número só é encontrado em “países em manifesta crise institucional, política e até humanitária, como Síria, Iraque, Paquistão, México e Somália”, e concluiu que isso “configura uma situação de verdadeira violação à liberdade de expressão”.
A jornalista observou que a honraria valoriza a profissão, considerada um dos pilares da Democracia, mas deve ser valorizada também quando mostra coisas negativas, “o jornalista é um porta-voz da sociedade”, argumentou, acrescentando que “o bom jornalismo ouve os dois lados”, por isso “uma imprensa forte é essencial para a Democracia” e não pode ser lembrada apenas quando faz coisas positivas.
Assessoria/Caminho Político

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