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terça-feira, 10 de março de 2020

"POLÍTICA: Barranco cobra da Seduc remanejamento de servidores para escola em Campo Verde"

Diretores de professores estariam acumulando funções por falta de pessoal. A educação pública sempre fez parte das pautas de trabalho do deputado estadual Valdir Barranco (PT). O parlamentar nunca se furtou em estar à frente das discussões em busca de reformas prediais e estruturais, boas condições de trabalho para professores e servidores, qualificação continuada, salários em dia, cumprimento das leis da educação e garantia de todos os direitos dos estudantes e dos professores. Nesta terça-feira (10) não foi diferente. Logo pela manhã, Barranco esteve na Secretaria de Estado de Educação (Seduc)
acompanhando gestores e professores da Escola Estadual Valdemon Moraes Coelho, do município de Campo Verde. A unidade que atende a 950 estudantes dos ensinos fundamental e médio sofre com a carência de servidores. Segundo à direção, apenas dois coordenadores trabalham em três turnos diários. Pior que isso, apenas 5 servidores de apoio são responsáveis por garantir boas condições de estudos para 35 turmas que lotam 15 salas de aula por turno.
“Na nossa escola professores e gestores se unem aos cinco únicos colaboradores de apoio para dividir as tarefas de limpeza, organização e merenda, além de dar aulas e gerir a parte burocrática da unidade; um verdadeiro absurdo se levado em conta a demanda de trabalho. Algumas de nós chegam às 7h e só deixam a escola por volta das 23h, cinco dias por semana. Nossa escola nunca recebeu uma reforma geral por parte do Estado e os poucos reparos foram feitos por força de mutirões entre servidores, pais e alunos. Ou o Estado aloca mais um coordenador e um servidor de apoio para nossa escola ou seremos obrigadas a parar por falta de condições físicas e mentais para dar conta de tudo”, disse a diretora Eliane Nespoli.
A Secretária adjunta de Recursos Humanos da Seduc, Daniela Sampaio, disse que "o enxugamento no quadro de pessoal se deu por necessidade de redução da folha salarial do governo" que, segundo ela, precisa se adequar a regras estipuladas pelo Ministério Público Estadual.
“Esta escola contava com três coordenadores e seis agentes de apoio até o ano passado, mas uma Portaria da Seduc baixada no início do governo de Mauro Mendes reduziu o número de servidores sem levar em conta as necessidades locais. Por conta disso, os servidores estão acumulando funções, o que é proibido por lei.” “Conversamos com o secretário executivo da Seduc, Alan Porto, que garantiu que irá avaliar a situação e que nos dará uma resposta até o dia 20 de março. Vamos aguardar e se nada for feito tomaremos outras mediadas”, declarou o deputado Valdir Barranco.
Robson Fraga/Caminho Político

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