SENADO FEDERAL CONTRA A COVID-19

SENADO FEDERAL CONTRA A COVID-19
Acompanhe os números de evolução da doença pelo painel do Ministério da Saúde

A STELMAT visa o fortalecimento dos negócios em governança de TI

A STELMAT visa o fortalecimento dos negócios em governança de TI
Av. Isaac Póvoas, 927, Bairro Goiabeiras

DE OLHO NOS RURALISTAS!

DE OLHO NOS RURALISTAS!
Observatório de agronegócio e políticas ruralistas no Brasil. As notícias com perspectiva social e ambiental.

"Braço Forte do Campo da Cidade e da Forquilha do Manso! Vereador Tito da Forquilha 14.123"

"Braço Forte do Campo da Cidade e da Forquilha do Manso! Vereador Tito da Forquilha 14.123"
"Juntos Somos Mais Fortes

sábado, 25 de abril de 2020

"OMS: cuidado com a falsa imunidade"

Pessoa com proteção sanitária ergue seringaQuem se recupera de infecção com coronavírus está imune – é a crença que circula. Mas Organização Mundial da Saúde alerta não haver base científica para emitir atestados de inocuidade, e a falsa segurança é perigosa. Não há "atualmente, nenhuma prova de que indivíduos recuperados da covid-19 e portadores de anticorpos estejam protegidos de um segundo contágio", declarou neste sábado (25/04) a Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra.
A distribuição de "certificados de imunidade" poderia até mesmo favorecer um alastramento da pandemia: até a sexta-feira, nenhum estudo determinara "se a presença de anticorpos contra o Sars-cov-2 em seres humanos confere imunidade contra uma futura infecção com esse vírus", reforçou a organização em comunicado.Os governos de alguns países estão considerando distribuir atestados com base em testes que comprovem haver anticorpos no sangue. Desse modo, esperam, se poderia relaxar os toques de recolher e retornar gradativamente ao trabalho, a fim de reaquecer a economia.
Segundo a OMS, contudo, os dados científicos disponíveis não permitem a emissão de "atestados de imunidade" ou "certificados de inocuidade". "Quem pense estar imune a uma segunda infecção por ter sido testado positivo, poderá desconsiderar as recomendações de saúde pública": confiar em tais documentos "poderia consequentemente elevar os riscos de que a contaminação continue".
E a contaminação continua: o total mundial de óbitos de covid-19 já passa de 201.500. Somente na Europa já morreram pelo menos 120.140, segundo cálculos da agência de notícias AFP, baseada em dados de autoridades sanitárias nacionais, caracterizando o Velho Continente como o mais desfalcado pela pandemia, enquanto os Estados Unidos são o país mais duramente afetado, com pelo menos 53.270 mortos.
AV/afp,rtr,dpa,cp

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ame,cuide e respeite os idosos