SENADO FEDERAL CONTRA A COVID-19

SENADO FEDERAL CONTRA A COVID-19
Acompanhe os números de evolução da doença pelo painel do Ministério da Saúde

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso
Av. André Maggi nº 6, Centro Político Administrativo

DE OLHO NOS RURALISTAS!

DE OLHO NOS RURALISTAS!
Observatório de agronegócio e políticas ruralistas no Brasil. As notícias com perspectiva social e ambiental.

TRANSPARÊNCIA CORONAVÍRUS

TRANSPARÊNCIA CORONAVÍRUS
Praça Alencastro, nº 158 - Centro

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

"Senador volta a criticar falta de planejamento'

Segundo ele, esse foi um dos fatores que contribuíram para os incêndios no pantanal.
Presidente da Comissão Temporária Externa do Pantanal, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) voltou a criticar, nesta quinta-feira (22.10), a falta de planejamento por parte do Poder Público como fator que contribuiu para a devastação do bioma pantanal pelos incêndios. Apesar de reconhecer que a ajuda chegou, “mas chegou tarde”, ele diz que a prática não pode se repetir para o ano que vem, já que os climatologistas preveem mais quatro ou cinco anos de seca severa no pantanal.
Pelo menos 37% do bioma foram consumidos pelo fogo neste ano.
“O que temos são ações governamentais pontuais. Não são ações de Estado. Isso é uma prática comum. Tanto que não é difícil um governo abandonar o que o anterior começou e, prova disso, são as obras inacabadas no Brasil”, criticou.
Durante “live” organizada pelo Centro de Pesquisas do Pantanal e Instituto Nacional de Áreas Úmidas, o senador voltou a reconhecer a importância de se considerar as pesquisas científicas e o conhecimento empírico do homem pantaneiro na elaboração de políticas públicas para o bioma.
Encarregada de elaborar o Estatuto do Pantanal, a Comissão Temporária Externa tem recebido contribuições de vários setores da sociedade e a nova legislação envolvendo todo o bioma deve levar em consideração, também, a Bacia do Alto Paraguai, onde estão as principais nascentes que abastecem o pantanal de Mato Grosso.
O Estatuto do Pantanal também deve movimentar as assembleias legislativas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul para adequação da legislação. Isso inclui, por exemplo, o manejo adequado para limpeza das pastagens e a emissão de Licenças Ambientais para instalação de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) e o uso de recursos hídricos. Nesse aspecto, a engenheira agrônoma Lilian Santos, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema-MT) fala da existência de um grupo de trabalho que está levando em consideração nota técnica elaborada pela Embrapa e estudo realizado pela Fundação Eliseu Alves.
O procurador de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso, Luís Scaloppe, lembrou que, entre os direitos fundamentais, está o de ter um ambiente preservado, mas não vê com preocupação o desmonte dos programas ambientais pelo atual governo federal.
Da assessoria

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ame,cuide e respeite os idosos