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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

ELEIÇÕES NOS EUA: Trump e Biden travam disputa voto a voto que pode durar dias

Cenário que muitos americanos temiam se confirma: candidatos entram em corrida acirrada pela Casa Branca, que pode se estender por dias e terminar na Suprema Corte. A polarização política se refletiu nas urnas, e o que muitos americanos temiam está acontecendo: uma disputa voto a voto entre o presidente Donald Trump e o democrata Joe Biden pela Casa Branca, que pode se estender por dias e terminar na Justiça.
A apuração entrou na madrugada desta quarta-feira (04/11) com ambos com chance de vencer. A indefinição levou os dois a se pronunciarem: Biden mostrou confiança na vitória, e Trump foi além – chegou a se declarar vencedor.
A imprensa americana foi rápida em rechaçar a declaração: a apuração está em andamento e, embora Trump tenha de fato conseguido estados-chave como Flórida e Ohio – segundo projeções do The New York Times e da agência de notícias AP – Biden ainda estava no páreo. O democrata conseguiu, por exemplo, vitória fundamental no Arizona, segundo projeções da agência AP. O estado, que vota historicamente em republicanos, foi o primeiro a mudar de lado nesta eleição. A vantagem de Biden foi atribuída a uma crescente população de eleitores latinos, bem como a eleitores democratas que se mudaram da Califórnia para o estado.
Na eleição americana, quem decide o futuro presidente é o Colégio Eleitoral. São necessários pelo menos 270 votos eleitorais, determinados pela população de cada estado, para vencer o pleito.Há o receio de que possa levar dias até que os americanos saibam se Trump ou Biden será seu próximo presidente. O motivo, como já anunciaram alguns estados fundamentais na disputa, é que os votos antecipados – foram mais de 100 milhões – demoram mais para ser contados.
Por isso, em estados fundamentais para a vitória de ambos, como a Pensilvânia, as primeiras parciais da apuração podem ser enganosas, favorecendo um ou outro candidato antes que os votos pelo correio sejam contados. Segundo as regras do estado, esses votos só puderam começar a ser processados no dia da eleição.
O vencedor vai liderar um país abalado pela pandemia, que matou mais de 230 mil americanos e deixou milhões sem emprego. Os EUA são hoje ainda marcados por tensões raciais e a polarização política.
Um terço dos eleitores escolheu a economia como a principal questão para eleger o próximo presidente. Apenas 20% citaram a pandemia como tal.
Pronunciamentos
O democrata Joe Biden afirmou, em pronunciamento na madrugada desta quarta-feira, que acredita estar "no caminho" para derrotar o atual presidente Donald Trump. O ex-vice-presidente pediu aos americanos que tenham paciência com a apuração das urnas, enquanto os resultados em vários estados-chave permanecem incertos.
"Acreditamos que estamos no caminho para vencer esta eleição", declarou Biden em discurso transmitido nacionalmente a partir de sua cidade natal, Wilmington, em Delaware. Mas ele alertou que, devido ao alto número de votos antecipados pelo correio diante da pandemia de coronavírus, os resultados finais podem "demorar um pouco". "[A eleição] não estará terminada até que cada voto seja contado."
Trump, por sua vez, chegou a ter um tuíte ocultado na madrugada desta quarta-feira ao acusar os democratas de tentarem "roubar" a votação. "Estamos muito por cima, mas eles estão tentando roubar a eleição. Nunca vamos deixar que eles façam isso. Votos não podem ser depositados depois que as urnas são fechadas!", escreveu o republicano.
A mensagem aparece com o seguinte alerta do Twitter: "Alguns ou todos os conteúdos compartilhados neste tuíte são contestáveis e podem ter informações incorretas sobre como participar de uma eleição ou de outro processo cívico."
"TWITTER - Donald J. Trump: We are up BIG, but they are trying to STEAL the Election. We will never let them do it. Votes cannot be cast after the Polls are closed!

Mais tarde, Trump fez um discurso na Casa Branca. Com resultados ainda incertos em vários estados-chave, o presidente declarou vitória sobre Biden, num pronunciamento confuso.
"Francamente, nós vencemos", disse ele diante de apoiadores, acrescentando estar se preparando para "uma grande celebração", depois de "tamanho sucesso" no pleito.
Além de mencionar os estados onde projeções apontam sua vitória, o republicano afirmou ter vencido "claramente" também na Geórgia e na Carolina do Norte, embora a apuração nesses estados ainda esteja indefinida.
Diante das falsas alegações, a imprensa americana foi rápida em contestar o discurso de Trump, destacando que a eleição ainda não tem um vencedor claro.
Mais uma vez denunciando fraude sem apresentar evidências, o presidente também afirmou que vai entrar com um recurso na Suprema Corte americana, embora não tenha deixado claro o que pretende contestar.
O discurso está em linha com o que Trump fez ao longo da campanha. Atrás nas pesquisas, ele com frequência lançou dúvidas sobre o processo eleitoral.
Assessoria

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