TODOS JUNTOS CONTRA A COVID-19

TODOS JUNTOS CONTRA A COVID-19
Acompanhe os números de evolução da doença pelo painel do Ministério da Saúde

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso
Av. André Maggi nº 6, Centro Político Administrativo

DE OLHO NOS RURALISTAS!

DE OLHO NOS RURALISTAS!
Observatório de agronegócio e políticas ruralistas no Brasil. As notícias com perspectiva social e ambiental.

MPF em Cuiabá

MPF em Cuiabá
Av. Miguel Sutil, nº 1.120, Esquina Rua J. Márcio (R. Nestelaus Devuisky) Bairro Jardim Primavera

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

"Esperança é a última que morre", diz Bolsonaro sobre eleição nos EUA

Presidente brasileiro diz que está "com o coração na mão" por causa da apuração de votos nos EUA, que mostra Trump em desvantagem. Planalto deve evitar reconhecer eventual vitória de Biden imediatamente. Fã declarado de Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro disse na noite desta quarta-feira (04/11) que "a esperança é a última que morre" ao falar da apuração das eleições americanas, que mostram seu colega americano em desvantagem em relação ao desafiante democrata Joe Biden.
"A gente tá aqui com o coração na mão com o que tá acontecendo nos Estados Unidos", disse Bolsonaro para apoiadores em frente ao Palácio Alvorada. "A esperança é a última que morre". Questionado por um apoiador se estava acompanhando a contagem nos EUA, Bolsonaro respondeu de maneira irônica: "O que é que você acha?".
"Todo mundo acompanhando. Parece que foi judicializado o negócio lá, um estado ou outro. [Vamos] Esperar um pouquinho", completou.
Mais cedo, Bolsonaro também disse que continua a torcer por Trump.
"Tenho uma boa política com o Trump, espero que ele seja reeleito. O Brasil vai continuar sendo o Brasil. Sem interferir em nada, até porque quem somos nós para interferir?", disse Bolsonaro.
Segundo a rede CNN Brasil e o jornal O Globo, o Planalto já vem desenhando cenários para uma eventual judicialização do resultado nos EUA, com o republicano contestando uma derrota nos tribunais. Jornais brasileiros apontam que há um "clima de abatimento" entre os membros do governo brasileiro por causa dos resultados a favor de Biden.
De acordo com a CNN, o governo brasileiro, que promoveu uma política personalista de alinhamento a Trump nos últimos dois anos, deve esperar a conclusão de uma eventual judicialização da eleição americana para reconhecer o vitorioso.
Isso significa que o Planalto não deve reconhecer Joe Biden como presidente, mesmo se ele chegar à marca de 270 delegados no Colégio Eleitoral.
Nas últimas horas, Trump tem entrado com ações para barrar a contagem em estados como a Geórgia e a Pensilvânia. Ele ainda pediu uma recontagem em Wisconsin. Trump também já indicou várias vezes que deve contestar uma eventual derrota na Suprema Corte dos EUA.
Um dos filhos do presidente brasileiro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), também vem se manifestando a favor de Trump, chegando a compartilhar publicações que tentam minar a confiança no processo eleitoral americano, apontando, sem provas, indícios de fraude. Ele ainda declarou que a "esquerda é bem organizada em nível mundial. Por isso é importante acompanhar as eleições dos EUA. O que acontece por lá pode se repetir aqui". Em 2018, Eduardo chegou a aparecer publicamente com um boné "Trump 2020" durante uma visita a Washington, depois que seu pai já havia sido eleito.
Durante a campanha, o governo Bolsonaro chegou a dar ajuda indireta para a campanha de Trump, como na visita do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, ao estado de Roraima, próximo da fronteira da Venezuela, em setembro. A viagem foi encarada como um gesto para a comunidade latina antichavista do estado da Flórida. A visita de Pompeo a Roraima foi alvo de críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que apontou que a vinda do americano não era apropriada a menos de 46 dias da eleição nos EUA.
JPS/ots/cp
Caminho Politico #caminhopolitico

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ame,cuide e respeite os idosos