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terça-feira, 19 de janeiro de 2021

SAÚDE: Queimadura de sol no couro cabeludo? Saiba como prevenir e tratar

Todo mundo sabe que se a pele for exposta a muita radiação ultravioleta (UV) da luz solar, ela queimará. Contudo, o que muitos esquecem é que qualquer pele exposta pode queimar, incluindo o couro cabeludo. E convenhamos: você nunca imagina que queimaduras nesta área irão ocorrer com você até que, um dia, isso se torne realidade - e talvez o problema de beleza mais angustiante do seu verão.
Conforme ressalta a médica dermatologista Karin Krause Boneti, o couro cabeludo é uma daquelas regiões que muitas vezes passa despercebida ao aplicar o protetor solar. “Mesmo se você tiver uma cabeleira cheia, com muitos fios, seu couro cabeludo corre o risco de sofrer queimaduras de sol e requer atenção. Aliás, os sintomas de queimaduras de sol no couro cabeludo são basicamente os mesmos de uma queimadura de sol em outras partes do corpo”, comenta.
Karin alerta que pode levar algumas horas para que os primeiros sintomas de queimadura de sol apareçam, porém também pode levar 24 horas ou mais para determinar sua extensão total. “Se sua queimadura de sol for leve, você pode ter sintomas como, por exemplo, vermelhidão, sensação frequente de calor ou calor ao toque, dor, coceira e pequenas bolhas cheias de líquido. Já, se for severa, você pode apresentar dor de cabeça, febre, náusea e fadiga”, explica.
A médica dermatologista reforça ainda que é importante que as pessoas saibam o que fazer após voltarem de um dia ao sol e descobrirem que o couro cabeludo sofreu queimaduras. “Hidrate a pele queimada de sol para fornecer algum alívio sintomático. Quando for dormir, proteja o travesseiro com uma toalha e aplique uma dose generosa de gel calmante de aloe vera nas áreas afetadas. De manhã, lave com água fria – ou, no máximo, morna. Água quente aumenta o desconforto”.
De acordo com Karin, é válido verificar o rótulo do seu shampoo, condicionador, gel, mousse e/ou spray de cabelo. “Até que a queimadura tenha cicatrizado, evite produtos com álcool, pois podem piorar a descamação. Também é essencial passar longe de itens com sulfato porque podem ressecar o couro cabeludo e causar mais irritação. Produtos com dimeticona, então, podem bloquear os poros, reter o calor e causar mais danos. Algo similar ocorre com itens com petróleo”.
Embora a queimadura seja dolorosa ao toque, a médica dermatologista salienta que outros cuidados devem ser tomados. “De preferência, seque e penteie seu cabelo naturalmente. O calor dos secadores de cabelo e chapinhas pode ressecar e danificar seu couro cabeludo em processo de cicatrização. A propósito, consulte um profissional se tiver uma queimadura severa ou se a queimadura de sol estiver piorando em vez de melhorar”, pondera a médica dermatologista.
Segundo Karin, prevenir é – sem dúvidas – primordial. “Para evitar uma queimadura na próxima vez, use um chapéu UPF/UV line ou aplique protetor solar no couro cabeludo exposto. Recomenda-se FPS 30 ou superior com proteção de amplo espectro (incluindo UVA e UVB). Aplique 15 minutos antes da exposição ao sol e reaplique a cada duas horas – o ideal seria aplicar imediatamente após entrar na água ou suar. No mais, beba água e mantenha a hidratação em dia”, finaliza.
Karin Krause Boneti,médica dermatologista

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