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terça-feira, 23 de março de 2021

Indústrias de vacina animal poderão produzir vacina para combater a Covid-19

Em busca de alternativas e disponibilidade de laboratórios de biossegurança, assunto será debatido na Comissão Especial do Senado.
Laboratórios que produzem vacinas para prevenir enfermidades nos animais poderão auxiliar o Brasil na confecção e produção de vacinas inativadas para combater o novo coronavírus. O assunto será discutido na Comissão Especial do Senado, a partir de um requerimento apresentado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), que é relator da comissão. “O momento é critico e temos que buscar alternativas” – ele disse.
A princípio, a reunião deve acontecer ainda esta semana. Além da Indústria de Produtos para Saúde Animal, devem participar representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Agricultura; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações; da Diretoria do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde.
Wellington Fagundes relatou que se reuniu com representantes do setor durante o final de semana e recebeu deles informações valiosas “para a produção local de um volume expressivo de vacina para a população brasileira”. Inclusive, existe a possibilidade de o Brasil multiplicar as células para produção de vacinas.
Em documento encaminhado ao senador, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) observa que o setor possui três plantas industriais com nível de biossegurança classificado com NB3+, que, com pequenos ajustes, podem operar em categoria máxima, a NB4, própria para fabricação de vacinas humanas. Essas plantas dispõe de "capacidade instalada para atender a demanda de vacinação em todo país”.
Na defesa dos debates, o relator da Comissão Especial da Covid-19 lembrou que atualmente a produção de vacinas, com o IFA importado, se encontra restrito ao Instituto Butantan e também à Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. O vice-presidente Executivo do Sindan, Emílio Salani, admitiu no documento a possibilidade de se produzir centenas de milhões de doses”.
“Essa discussão precisa ser com todos esses organismos, porque as reuniões já vêm acontecendo. Estamos tratando de uma alternativa extremamente importante para o Brasil. Temos condições de fabricar essas vacinas aqui, em 90 dias, segundo o Sindan, prazo a ser contado a partir da transferência de tecnologia” – frisou Fagundes.
Ajuda Internacional
Na reunião da Comissão Especial do Senado, os senadores e senadoras redigiram uma moção de apelo internacional chamando a atenção do mundo para a necessidade de o Brasil obter vacinas contra a covid-19. Assinado por 65 parlamentares, o documento, elaborado pela senadora Katia Abreu (PP-TO), deve ser votado em Plenário nesta terça-feira (23).
Se for aprovada, a moção será encaminhada a todos os países membros do G20, organismos da Organização das Nações Unidas, especialmente a Organização Mundial da Saúde (OMS), países da OCDE, parlamentos europeu e inglês e Congresso americano, além de embaixadores do Brasil no mundo, embaixadores estrangeiros no Brasil, empresas produtoras de vacinas, todos os presidentes das comissões de Relações Internacionais dos principais países e imprensa nacional e internacional.
O relator da comissão, senador Wellington Fagundes (PL-MT), reforçou o apelo endereçado aos países que têm vacinas em estoque pelo mundo. Para o parlamentar, a medida se configura num “legítimo e oportuno exercício de diplomacia”. Ele também ressaltou o papel do Senado nesta negociação, já que a Casa, conforme afirmou, detém um conjunto de prerrogativas “relevantes e insubstituíveis” na conduta da política externa.
Presença do Ministro
A exemplo dos demais senadores, o relator voltou a cobrar a presença do ministro da Saúde para dar explicações ao Senado e à população sobre os trabalhos relacionados ao combate ao coronavírus. Ele disse que todos aguardavam com “grande expectativa” pudesse comparecer o mais breve possível à Comissão para levar “respostas objetivas sobre o que vamos fazer daqui para frente e para dar uma justificação e, principalmente, um alento ao povo brasileiro”.
“Precisamos promover uma guinada forte nesta situação. Se tivermos que ouvir o novo Ministro amanhã, depois de amanhã, estaremos a postos. Basta que ele se disponha, entendendo o momento que o Brasil vive. Ele não foi nomeado ainda, mas todos nós vivemos a angústia e o medo que pairam sobre as famílias” – frisou.
Assessoria/Caminho Político
Foto: Lisa Ferdinando/Secretaria de Defesa dos EUA
@CaminhoPolitico

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