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terça-feira, 16 de março de 2021

Obras embaixo da terra não rendem votos, diz vereador sobre falta de água em VG

Presidente da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (Ucmmat), o vereador Bruno Rios (PSB), afirmou que crônica falta de água em Várzea Grande que persiste há décadas não é resolvida porque não “atrai votos”. Para ele, os encanamentos e obras executadas debaixo do asfalto não proporcionam o mesmo “prestígio” em relação às obras de infraestruturas que podem ser visualizadas pela população.
“É um tema bem complicado, podemos observar que o tubo de esgoto e de água ficam debaixo da terra. O antigo pensamento político é que isso não trazia nenhuma aparência a população e com isso não atrairia votos. Eu acredito que a pressão da população em relação a água deve mudar esse pensamento”, criticou em entrevista à Rádio CBN 95.FM.
As declarações ocorrem meio a grave crise de abastecimento que afeta dezenas bairros da cidade industrial. O problema é de conhecimento da família Campos, que comanda Várzea Grande há vários anos, mas nunca foi solucionado.
Atualmente, uma possível solução para o problema está nas mãos do prefeito Kalil Baracat (MDB), eleito em 2020 com apoio irrestrito da ex-prefeita Lucimar e seu esposo, o senador Jayme Campos (DEM).
Nesse contexto, Bruno Rios pondera que a inércia dos gestores afeta diretamente o desenvolvimento econômico do segundo maior município do Estado, mas que hoje já perde para Rondonópolis em termos de desenvolvimento econômico, cujo PIB (Produto Interno Bruto) há anos já é maior que o de Várzea Grande. Segundo ele, o Município perde investimentos de vários segmentos por conta da precarização do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE), que acumula dívidas acima de R$ 9 milhões deixadas pelas gestões passadas.
“Várzea Grande hoje não tem alguns investimentos na área de infraestrutura e imobiliária porque não tem rede de esgoto adequada. Observa-se alguns empreendedores e proprietários das grandes empresas que acabam não investindo na cidade porque não tem condições de colocar uma rede de esgoto”, complementou.
Apesar das críticas, o vereador não fende a privatização dos serviços de água e esgosto, pois acredita que a questão possa ser resolvida pelo atual prefeito. No início do ano, Kalil Baracat obteve o aval da Câmara Municipal para contrar empréstimo de R$ 120 milhões para investir em melhorias no abastecimento de água e pavimentação asfáltica. Desse total, R$ 20 milhões deverão ser aplicados no DAE.
“Recentemente a Câmara aprovou esse empréstimo e vamos esperar o prazo de um ano para prefeitura resolver o problema. Eu sei que se fala muito a respeito da privatização, mas deixo claro mais uma vez que sou contra. Se uma empresa não dá dinheiro, não tem porque ter interessados em compra-la. Aqui em Cuiabá, alguns familiares carentes sofrem com o valor da água e a gente não quer isso para Várzea Grande”, ponderou.
Por fim, o vereador reforçou as críticas em relação ao quadro de servidores do DAE, que segundo ele, é utilizado como um “cabide de empregos”. “Defendo que o DAE tenha uma gestão técnica e não um cabide de empregos. Ali não cabe indicações de entes políticos e a população precisa ter um serviço eficiente”, finalizou.
Assessoria/Caminho Político
@CaminhoPolitico

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