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quinta-feira, 13 de maio de 2021

MOBILIDADE URBANA: Secretário vê dados inconsistentes e relatórios evasivos; Juarez reafirma necessidade de plebiscito por modal

Secretário de Mobilidade avisa que a Prefeitura irá acionar o Estado por causa da audiência pública.
Presidente do Comitê de Análise Técnica para Definição do Modal de Transporte Público da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá e secretário de Mobilidade Urbana do Município, Juares Samaniego, votou contra o relatório elaborado pelo prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, a favor da implantação do Bus rapid transit (BRT). A reunião do Conselho Deliberativo Metropolitano da Região do Vale do Rio Cuiabá – (CODEM/VRC) - ocorreu nesta quarta-feira (12) e o relatório apresentado foi aprovado por 13 a 4 e 2 ausências. Conforme o secretário, a reunião estava "desenhada". "Mantive meu voto contra porque o material apresentado para consulta pública foi inconsistente, os requisitos formulados na reunião foram novamente respondidos pelo arquiteto Rafael Detoni, que trabalha na Sinfra - Secretaria de Infraestrutura - e foram evasivas", criticou ele.
O secretário de Mobilidade avisa que a Prefeitura irá acionar o Estado por causa da audiência pública, devido às falhas e cortes nas falas de quem demonstrava os pontos negativos do B RT.
"O posicionamento de Cuiabá e do Comitê é pela anulação da audiência pública, que mais falou das questões jurídicas do VLT e não sobre o BRT. Afinal não existe projeto do BRT. Defendemos o plebiscito e o debate para que se tenha o melhor modal para Cuiabá e Várzea Grande. Foi uma audiência direcionada. Fizeram uma explanação jurídica do VLT de quase uma hora que não é parte do tema e os questionamentos técnicos foram só dois minutos - concordo com as 35 indagações embasadas na Consulta Pública - VLT Cuiabá-Várzea Grande Estudos do BRT, que são inconsistentes. O que posso dizer é, estamos pegando o bonde andando e essa discussão tinha que ter sido desde o início e não somente dois minutos para questionar um investimento de R$430 milhões. Como o Governo chegou nesse valor, já que que não tem o projeto executivo de estudo de viabilidade econômica e financeira? Investimento no projeto baseado em estudo técnico econômico em que Cuiabá e Várzea Grande não participaram deste estudo de trabalho. É muito difícil defender a causa em dois minutos", pontuou.
Juares também é membro do Conselho Deliberativo Metropolitano do Vale do Rio Cuiabá (Codem), porque é presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT).
Assessoria/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb

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