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quinta-feira, 29 de julho de 2021

ECONOMIA: “Presença digital visando pós-pandemia é fundamental para quem quer lucrar”, diz investidor

A presença digital de pessoas e empresas ficou inevitavelmente mais intensa durante a pandemia. Mas muitas empresas têm encontrado dificuldades para produzir conteúdo para as redes sociais e se diferenciar em meio ao mar de informações que estão sendo produzidas em massa nesse ambiente.
Para Rafael Fares, que é sócio-diretor da Engaje, empresa mato-grossense especialista em mídias sociais, essa problemática acontece porque muitas empresas, apesar de fazerem uso das redes sociais, não possuem presença digital adequada e acabam não oferecendo um diferencial.
“Acontece que muitas marcas não exploram adequadamente as ferramentas que cada rede social possui, e acabam ignorando também informações importantes como perfil do público consumidor e qual a melhor ferramenta para oferecer serviços ou vender produtos, sem contar as que permanecem produzindo conteúdo amador, acreditando que isso é suficiente para se alcançar o diferencial”, detalha.
Rafael destaca que apesar da ascensão do Instagram, o Facebook ainda é a rede social preferida de 61% dos consumidores, conforme dados da pesquisa Social Commerce, divulgada pela consultoria All iN/Social Miner, que faz uso das redes sociais para pesquisar produtos.
“Essa quantidade de consumidores conectados no Facebook está apenas um ponto percentual atrás do Instagram, que hoje é a rede social usada por 62%, segundo a pesquisa, pelos consumidores online. Estar atento a esses dados é fundamental para desenvolver estratégias de venda e de linguagem adequada para cada rede”, enfatiza Rafael que destaca também a importância das vendas e da oferta de serviço pelo WhatsApp, Telegram e Google Shopping.
Posicionar-se para vender
Além das estratégias de marketing de mercado, outro aspecto que precisa ser atendido é a qualidade do conteúdo.
“Na pandemia, muitas empresas tiveram que ir para as redes sociais se quiseram sobreviver à pandemia, contudo, nem todas conseguiram se manter de portas abertas porque ignoraram os algoritmos das redes sociais. Não é apenas publicar um card e acreditar que isso seja suficiente, é toda uma cadeia de serviços e indexadores que precisam estar associados para que o público alvo seja atingido pela publicação, e isso se converta em vendas. Investir no impulsionamento com direcionamento adequado também é fundamental para transformar cliques em dinheiro”, enfatiza Rafael Fares.
O diretor-sócio da Engaje explica que o fortalecimento das empresas nas redes sociais será fundamental para não apenas passar por esse período de crise como para demarcar território no eminente crescimento pós-crise, que já começa a ser planejado.
“Com o avanço da vacinação e com as perspectivas para o pós-pandemia, as empresas que já tiverem criado autoridade de marca perante o público vão estar bem à frente daquelas que começarem a investir em redes sociais somente depois da crise. A hora de estar nas redes sociais de forma inteligente, bem posicionada e lucrativa é agora”, pontua.
Assessoria/ZF Press/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb

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