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domingo, 11 de julho de 2021

Por que escuto, mas não entendo?

Ao fazer um exame de audição (audiometria), você deve responder aos estímulos sonoros (aos apitos) em várias frequências ( graves, médias e agudas) e intensidades ( inicia mais alto e vai abaixando). Ao realizar este procedimento teremos o gráfico representativo da sua audição, ou seja, poderemos avaliar se está ou não dentro dos padrões de normalidade.
Um outro teste realizado é o Índice de Reconhecimento de Fala, onde o fonoaudiólogo pede que o paciente repita, sem pista visual, as palavras que são ditas a ele. Essas palavras são monossílabas, sendo assim, o paciente não tem como “adivinhar” , ele tem que repetir realmente o que escutou. Dependendo de seu desempenho neste teste, palavras dissílabas podem ser apresentadas para repetição. O resultado alterado deste teste nos dá indícios do local da lesão no ouvido do paciente.
A fala é composta por sons das vogais e das consoantes. E são as consoantes que nos fazem com que discriminamos (entendemos) o que nos é falado . As consoantes tem frequências mais altas (agudas) e volumes mais baixos. As vogais, frequências mais graves e volume mais alto.
O que acontece quando começamos a perder a audição? É justamente nas frequências altas (agudas )que a perda auditiva se inicia e com isso passamos a ter a queixa de que “ escuto, mas não entendo.” O paciente certamente está escutando as vogais, que, como descrito acima, são mais altas e graves...
Essa diminuição da audição é denominada Presbiacusia, que é o declínio natural devido ao envelhecimento das células do nosso ouvido a partir dos 45 anos de idade. Alguns fatores como exposição a ruídos, doenças do ouvido, ingestão de medicamentos ototóxicos, doenças metabólicas, zumbido, entre outras ,podem agravar a dificuldade auditiva. Atualmente, já existem evidências clínicas de que como sequelas do Covid há o aparecimento da perda auditiva, a piora da perda auditiva, labirintite e também a surdez súbita (perda repentina da audição).
O uso das máscaras tem dificultado nossa comunicação. Elas podem diminuir a intensidade em até 12dB e causam uma distorção importante na fala. A leitura labial é um grande facilitador para o entendimento da fala, principalmente em perdas auditivas mais acentuadas.
Diante disso, o mais importante é procurar um médico ou uma fonoaudióloga, especialista em audiologia o quanto antes. Quanto mais cedo o diagnóstico e intervenções adequadas forem realizadas, maiores serão as chances de sucesso na reabilitação auditiva.
Atualmente há no mercado, aparelhos auditivos com um som muito natural, onde as pessoas não percebem seus aparelhos auditivos e se surpreendem com suas performances. É muito puro o som , os pacientes nem pensam que estão usando um aparelho auditivo, é tão natural quanto colocar óculos. E você só percebe que está usando um aparelho auditivo no final da noite, quando se deita no travesseiro e tem algo atrás de sua orelha.
Essa é a nossa herança da evolução, com qualidade e a certeza do puro som e a tecnologia Zero Delay ( o som não chega mais atrasado como nos outros aparelhos auditivos, a fala não é mais percebida “embolada”).
É preciso uma abordagem individualizada para o tratamento da perda auditiva, tratando as pessoas especificamente de acordo com suas necessidades.
Vanessa Moraes - Fonoaudióloga - Especialista em Audiologia
@fonovanessacmoraes

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