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quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Como Paulo José marcou a TV e o cinema brasileiros

Ator e diretor morreu aos 84 anos, no Rio de Janeiro. Com uma carreira de mais de 50 anos, ele será lembrado como um dos maiores nomes da dramaturgia nacional. O ator e diretor Paulo José, um dos ícones do cinema e da televisão brasileiros, morreu nesta quarta-feira (11/08) aos 84 anos, vítima de pneumonia. Diagnosticado em 1993 com doença de Parkinson, ele morreu num hospital do Rio de Janeiro, onde estava internado há 20 dias.
Com uma carreira de mais de 50 anos, Paulo José foi uma das principais figuras da dramaturgia brasileira, com trabalho memorável no cinema, teatro e televisão, onde interpretou personagens numa multiplicidade de novelas. Foi também diretor e roteirista.
A confirmação do óbito foi anunciada pela Rede Globo, onde ele começou a trabalhar em 1969. "Um dos maiores nomes da nossa dramaturgia, como ator e diretor, e também dono de uma voz marcante, Paulo José é daqueles artistas de quem o público sempre se sentiu próximo. Nas últimas décadas, entrou em nossas casas por meio de uma infinidade de personagens que ficam, assim como ele, para a história", destacou a Globo, em nota.
Memorável na TV, no teatro, no cinema
Nascido em Lavras do Sul, no estado do Rio Grande do Sul, Paulo José Gómez de Souza iniciou a carreira no teatro amador em Porto Alegre. No início dos anos 60, foi morar em São Paulo e começou a trabalhar no Teatro de Arena, onde exerceu diferentes funções.
Iniciou carreira no cinema em 1966, interpretando o padre em O padre e a moça, clássico de Joaquim Pedro de Andrade. Atuou em outros filmes importantes da época, como Todas as mulheres do mundo, de Domingos de Oliveira, também em 1966, e Macunaíma (1969), outro longa de Joaquim Pedro de Andrade.
Em 1969 começou a trabalhar na Rede Globo, numa parceria que iria durar até os primeiros anos deste século e que o levaria a participar de mais de 20 telenovelas e minisséries. Sua estreia na TV foi na telenovela Véu de noiva, de Janete Clair.
Sucesso com dupla Shazan e Xerife
Seu primeiro grande personagem televisivo foi o mecânico-inventor Shazan, que formava uma dupla bem humorada com Xerife, personagem de Flávio Migliaccio, na novela O primeiro amor (1972), de Walther Negrão. Os personagens fizeram tanto sucesso que originaram o seriado Shazan, Xerife e cia. A série foi escrita e dirigida pelos dois protagonistas entre 1972 e 1974.
Outros personagens marcantes foram o comerciante cigano Jairo em Explode coração (1995), de Glória Perez, e o alcóolatra Orestes de Por amor (1997), de Manoel Carlos.
Um dos seus últimos sucessos no cinema foi O palhaço, de Selton Mello (2011). Na sua última aparição na televisão interpretou o avô Benjamin na novela Em família (2014), personagem que, tal como o ator na vida real, também sofria da doença de Parkinson.
Paulo José deixa três filhas, as atrizes Ana Kutner, Bel Kutner e Clara Kutner, do seu casamento com a atriz Dina Sfat; e um filho, o ator Paulo Henrique Caruso, nascido da sua relação com a atriz Beth Caruso.
md/ek (EBC, ots)cp
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