Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso
Av. André Maggi nº 6, Centro Político Administrativo Cep: 78.049-901- Cuiabá MT.

Salesiano Santo Antônio

Salesiano Santo Antônio
Rua Alexandre de Barros, 387, Chácara dos Pinheiros Cuiabá

Seu título está na mão

Seu título está na mão
1º Título de Eleitor Decreto nº 3.029 - 9.1.1881

CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ
Praça Moreira Cabral - Centro - s/n - Cuiabá-MT

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

No Dia do Médico, Wellington pede mais cursos de medicina para o interior de MT

Objetivo é formar médicos que, desde muito jovem, possam conhecer a realidade e as características de se viver em Mato Grosso.
O senador Wellington Fagundes (PL-MT), defendeu nesta segunda-feira, 18, a criação de novos cursos de Medicina no interior de Mato Grosso. Ao participar da sessão especial do Congresso Nacional destinada a comemorar o Dia do Médico, ele disse que o Estado tem 1,91 médico por mil habitantes, ou seja, 25% a menos do que a média nacional. Esse desequilíbrio na distribuição afeta o atendimento de grande parte da população.
“Não é culpa do profissional médico. Mato Grosso pertence ao chamado ‘Brasil Profundo’ e, como tal, distante dos grandes centros, sofre com a desigualdade na distribuição de profissionais médicos” – apontou Fagundes, ao atribuir esse desequilíbrio à própria demografia de um Estado de dimensões continentais e com municípios localizados a até 1,2 mil quilômetros da Capital.
Na cruzada em defesa da implantação de cursos de medicina nas universidades no Estado, Wellington Fagundes explicou que o objetivo é formar médicos que, desde muito jovem, possam conhecer a realidade e as características de se viver em Mato Grosso. O último levantamento do Conselho Federal de Medicina apontou que Mato Grosso tem 5.630 médicos.
Relator da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado, destinada a acompanhar as ações de enfrentamento da pandemia, Wellington destacou a “ação corajosa dos médicos, ao lado dos profissionais de saúde – nessa que é a maior tragédia sofrida pela humanidade”. Mesmo sem as ferramentas necessárias e adequadas, segundo ele, os médicos ocuparam, ao lado das enfermeiras e enfermeiros, técnicos, auxiliares, “a linha de frente dessa luta, trazendo, acima de tudo, conforto às pessoas”.
Fagundes lamentou que muitos profissionais da medicina tivessem sido alcançados pelo vírus e não conseguiram sobreviver. Segundo último dado do Conselho Federal de Medicina, desde 22 de março de 2020, quando foi divulgada a primeira morte de um médico brasileiro por coronavírus, 624 médicos perderam a vida. A esse numero somam-se quase 700 profissionais da enfermagem.
Autor do requerimento para a sessão solene, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) defendeu “a autoridade e a autonomia” do médico durante a pandemia. Para ele, qualquer movimento que ponha os dois conceitos em risco “é potencialmente perigoso”. Marcos Rogério criticou a atuação da CPI da Pandemia, que investigou o uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra o coronavírus.
— Politizar o tema do enfrentamento da covid-19 foi um erro, especialmente no âmbito da CPI. A autoridade no trato com o paciente é do médico. Se o médico entende que naquele momento deve recomendar a adoção de medicamento A ou B, é autoridade dele. Quando a política quer chamar para si a discussão de temas que são da ciência e da prática médica, toma um caminho perigoso — disse.
Assessoria/Caminho Político
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Caminho Politico CP Web

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ame,cuide e respeite os idosos