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terça-feira, 30 de novembro de 2021

Líder social-democrata volta a ser eleita premiê da Suécia

Magdalena Andersson comandará governo de minoria e terá de buscar apoio para seus projetos tanto na esquerda como na direita. Na semana passada, eleição dela foi seguida de renúncia por perda de apoio. O Parlamento da Suécia elegeu nesta segunda-feira (29/11), pela segunda vez, a líder social-democrata Magdalena Andersson para o cargo de primeira-ministra, cinco dias depois da primeira eleição.
Andersson já fora eleita na quarta-feira da semana passada, mas se viu obrigada a renunciar no mesmo dia, antes mesmo de tomar posse, depois de ver seu projeto de orçamento rejeitado e pelo consequente abandono da sua coalizão de governo pelo Partido Verde.
Após consultar os líderes dos partidos com representação parlamentar, o presidente do Parlamento, Andreas Norlén, optou por marcar uma nova votação para esta segunda-feira.
Um total de 101 parlamentares votou a favor de Andersson, outros 75 se abstiveram e 173 votaram contra. Pela lei sueca, não é necessário obter maioria dos votos, mas é necessário não ter a maioria contra si.
Apesar de ser um país de longa tradição na igualdade de direitos entre homens e mulheres, a Suécia nunca teve uma mulher no cargo de primeiro-ministro, posto que foi ocupado por 33 homens desde 1876.
Governo de minoria
Andersson vai agora liderar um governo de minoria, composto apenas pelos social-democratas. A próxima eleição está marcada para setembro de 2022.
Ela tomará posse nesta terça-feira e sucederá o atual premiê, Stefan Löfven.
Como a bancada social-democrata é de cem parlamentares num Parlamento de 349 assentos, Andersson terá que negociar apoio para cada projeto, e isso tanto entre a esquerda como entre a direita.
Seus parceiros mais óbvios são os verdes e a esquerda. Mas ela deverá procurar apoio na direita para políticas bloqueadas pelos verdes, como a expansão do aeroporto de Arlanda e um depósito para dejetos nucleares.
De um modo geral, os quatro partidos da oposição no centro e na direita são mais unidos e tem 174 assentos. Já os quatro partidos do centro e da esquerda tem 175, mas são mais divididos.
as (AFP, Lusa)CP
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