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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

DE R$ 400 MILHÕES PARA R$ 1 BILHÃO: WELLINGTON SUGERE RETIRAR R$ 1 BILHÃO DO FUNDO ELEITORAL PARA EDUCAÇÃO

Relator do orçamento da Educação, ele mantém R$ 400 milhões para retomada de obras inacabadas em creches e escolas e acrescenta outros R$ 600 milhões do “Fundão” para principais necessidades da área.
Após uma intensa articulação nesta terça-feira, véspera da votação do Orçamento de 2022, o relatório do senador Wellington Fagundes para a área da Educação ganhou um incremento de R$ 600 milhões, a serem retirados do Fundo Eleitoral. No início da semana o senador havia anunciado R$ 400 milhões do “fundão” para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a serem investidos na retomada de obras paralisadas em creches e escolas de todo o Brasil.
Ao todo, portanto, a retirada dos recursos do Fundo Eleitoral soma R$ 1 bilhão, o que confere ao Orçamento do ano que vem um dos maiores aportes dos últimos tempos. O senador deve isso às necessidades de retomada econômica e social do pós-pandemia,
"É claro que esse é um trabalho de toda a Comissão e de todas as lideranças, bem como do governo Bolsonaro, que tem aportado recursos para valorização da ciência e da pesquisa. Nesta retomada econômica, não queremos nenhuma criança fora da escola, nenhum professor desvalorizado e nenhuma obra parada”, garantiu.
O parlamentar adiantou ainda que ao menos R$ 80 milhões são previstos para a recomposição orçamentária da EBSERH, empresa que gerencia os hospitais universitários em todo o país, e que está vinculada ao Ministério da Educação. “Esse aporte é fundamental para a convocação de aprovados e a formação dos novos profissionais da área de saúde. Representa, ainda, a implementação de ferramentas que aperfeiçoarão a assistência aos pacientes do SUS, nos mais de 40 hospitais geridos pelo MEC”, comemorou Wellington.
Ao destacar o trabalho “obstinado” da presidente da Comissão de Orçamento, senadora Rose de Freitas, e do deputado Hugo Leal, relator geral, Wellington voltou a afirmar que o protagonismo no ano que vem se dará aos profissionais da Educação, na mesma medida em que os profissionais da saúde – enfermeiros, médicos, auxiliares e outros – “brilharam durante a pandemia, chegando a dar a vida para salvar o país”.
Assessoria/Caminho Político
@caminhopolitico @cpweb

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