Segundo o candidato, vários eventos políticos adiaram o projeto de se tornar deputado estadual. Para o ex-governador Júlio Campos (UB), ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa é realizar um sonho de 50 anos atrás. Foi dessa maneira que o veterano da política se referiu ao seu projeto de 2022, que causou estranheza dada a extensa trajetória política em cargos considerados "mais altos". Para Júlio Campos, por outro lado, a vaga de deputado estadual é o "vácuo" que existe em sua carreira. Em entrevista ao Podcast do Bom, nesta quinta-feira (15), o ex-governador contou que a primeira vez que adiou os planos de se candidatar à Assembleia Legislativa foi aos 23 anos de idade, quando selou acordo com o ex-senador Vicente Vuolo para que ele se candidatasse ao cargo na ocasião. Com isso, Júlio se tornou candidato à prefeitura de Várzea Grande nas eleições municipais seguintes.
Depois, o candidato relembrou que foi alçado a deputado federal no momento de divisão de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, quando poucos políticos tradicionais permaneceram na porção de Mato Grosso. Com isso e com o "sucesso" de sua gestão em Várzea Grande, garantiu uma vitória histórica no pleito à Câmara.
“Ao invés de ser estadual como eu gostaria de ser, fui guindado direto já para a Câmara dos Deputados e aí fui o deputado federal mais votado da história em 78. Nem eu conseguia mais repetir proporcionalmente os 21% que eu tive em 1978", narrou.
"O que me credenciou na primeira eleição direta pós-78, que foi em 1982, a ser o candidato a governador do Estado enfrentando aquele mito sagrado, que era o Padre Raimundo. Agora, talvez, eu possa realizar meu sonho de ser deputado estadual se Deus permitir e o povo votar. Agora que vou realizar um sonho de 1970, um sonho de 50 anos atrás", completou.
Assessoria/Caminho Político
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