Reconduzido ao cargo pela terceira vez, o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União), não escondeu sua frustração com o resultado da eleição da Mesa Diretora nesta quarta-feira (1º), quando apenas um deputado votou não para a escolha da sua chapa. Ao comentar sobre o fato, no entanto, escolheu a ironia. Se esperava a unanimidade, pois todos os deputados concordaram com a chapa, mas acredito que a pessoa errou. Na hora de votar, a pessoa votou errado, não acredito que tenha um traidor entre nós, afirmou, de forma humorada, durante conversa com a imprensa.
A chapa encabeçada por Botelho foi definida na segunda-feira (30), após algumas semanas de conversa e a composição com o grupo de Max Russi (PSB), que recuou do projeto de disputar a Presidência, para permanecer como 1º secretário.
Botelho e Max garantiram que havia consenso, já que todos os 24 deputados concordaram com a composição. Durante a votação, no entanto, um dos parlamentares votou contra, fazendo com que uma espécie de caças às bruxas começasse nos bastidores do Legislativo, já que nenhum dos empossados assumiu o voto, que é secreto.
Entre os rumores, o nome do deputado Dilmar Dal Bosco (União) é um dos indicados, uma vez que viu frustrada sua intenção de disputar a 1ª Secretaria na eventual chapa de Max. Com a união dos grupos, acabou ficando sem nenhum cargo.
Outro nome ventilado é o de Júlio Campos (União), que apesar de ter participado das reuniões que definiram a chapa, defendeu que haja rodízio entre os ocupantes da Mesa. Além deles, Elizeu Nascimento teria feito um voto de protesto por ter sido preterido como 3º secretário, perdendo espaço para o correligionário Gilberto Cattani.
Assessoria/Caminho Político
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