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terça-feira, 11 de junho de 2024

"ASSOMBRADO PELA JUSTIÇA" E "QUEBRA DE DECORO": Vereadores pedem cassação de parlamentar alvo de operação que investiga lavagem de dinheiro

Um grupo de vereadores apresentou uma representação pedindo a cassação do vereador Paulo Henrique Figueiredo (PV) por quebra de decoro parlamentar. Eles também defendem o afastamento do emedebista.
O documento foi protocolado nesta segunda-feira (10), junto à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá, e deve ser lido já na sessão desta terça-feira (11).A medida é reflexo da Operação Ragnatela, deflagrada na semana passada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco). Paulo Henrique é um dos principais alvos da ação policial que expôs uma suposta ligação do parlamentar com uma facção criminosa.Conforme as investigações, o vereador atuava em benefício da facção Comando Vermelho na interlocução com os agentes públicos para emissão de licenças e alvarás para shows da organização criminosa, recebendo benefícios financeiros, em contrapartida.
A representação é assinada pelos vereadores Maysa Leão (Republicanos), Michelly Alencar (União), Luiz Fernando (União), Dilemário Alencar (União), Sargento Joelson (PSB), Demilson Nogueira (PP) e Eduardo Magalhães (Republicanos).
Para eles, as denúncias contra Paulo Henrique são graves e cabe quebra de decoro parlamentar.
Diante disso, solicitam que o caso seja remetido para análise da Comissão de Ética do Legislativo Municipal.
“Os vereadores solicitam à Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá que o grave caso que envolve o nome do vereador Paulo Henrique seja remetido à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar, para os devidos encaminhamentos, devendo a apontada Comissão emitir parecer sobre o caso, observando o devido processo legal e o direito a ampla defesa e do contraditório ao parlamentar”, citam os parlamentares, em trecho da representação.
Paulo Henrique foi alvo de busca e apreensão, no âmbito da Operação Ragnatela, e teve celular e carro apreendidos.
O parlamentar teria se aproveitado de sua influência na Secretaria Municipal de Ordem Pública para garantir a liberação de licenças e alvarás para eventos promovidos pela facção criminosa Comando Vermelho, em Cuiabá. Em troca, ele receberia vantagens financeiras.O elo do parlamentar com a facção criminosa seriam três servidores da Câmara de Cuiabá. Trata-se do chefe do Cerimonial, Rodrigo Leal, que foi indicado para o posto pelo próprio vereador, e ainda de Willian Aparecido, conhecido como ‘Gordão’, e Elzyo Jardel Pires, conhecido como Jardel Pires.
Eles estavam nomeados no gabinete de Paulo Henrique e foram presos preventivamente, no âmbito da operação.
De acordo com a vereadora Maysa Leão, se for instaurada uma investigação, a Comissão de Ética poderá pedir o inquérito policial da investigação da operação Ragnatela e membros da Polícia Federal.
"Dessa forma, a gente dá para o vereador Paulo Henrique o pleno direito de defesa, mas também não ficamos inertes diante da gravidade das acusações que ele vem sofrendo. Não tem como, precisamos dar uma resposta pra população. Como eu já pedi uma vez, peço novamente que ele se afaste da Câmara de Vereadores pra que ele possa responder a esse processo sem que a Câmara seja afetada por isso", defendeu.
O pedido foi encaminhado para o presidente da Câmara Municipal, vereador Chico 2000 (PL), que deve fazer a leitura em plenário e encaminhá-lo para a Comissão de Ética.
Se aceita a investigação contra Paulo, a Comissão de Ética pode dar um parecer pela cassação de Paulo por quebra de decoro parlamentar, que também precisa ser aprovado pelo Plenário da Câmara.
Assinam o pedido de providências os vereadores Maysa Leão (Republicanos), Sargento Joelson (PSB), Michely Alencar (União Brasil), Demilson Nogueira (PP), Dilemário Alencar (União Brasil), Eduardo Magalhães (Republicanos) e Luiz Fernando (União Brasil).
Assessoria/Caminho Político
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