A corrida eleitoral de 2026 promete ser intensa em Mato Grosso. Pelo menos 11 deputados estaduais enfrentam forte rejeição popular e correm o risco de não retornar à Assembleia Legislativa. A avaliação negativa é resultado de mandatos considerados de baixa representatividade, falta de projetos relevantes e distanciamento das demandas reais da população mato-grossense. Com a aproximação do pleito, o clima entre alguns parlamentares é de pânico e desespero, comparado por analistas a uma verdadeira “corrida de Fórmula 1” pela sobrevivência política. O eleitorado, mais atento e exigente, observa com rigor o desempenho de cada representante, e tende a dizer “não” à reeleição de quem não demonstrou compromisso com o desenvolvimento do Estado.
Entre os principais motivos da rejeição estão o baixo desempenho legislativo, a ausência de propostas concretas, o desinteresse por pautas sociais e econômicas e o uso de discursos vazios. Deputados que já tiveram votação modesta em 2022 — abaixo dos 25 mil votos — devem enfrentar grandes dificuldades para se manter no cargo.
O cenário indica uma renovação significativa no Legislativo estadual, impulsionada por um eleitorado que busca gestão eficiente, transparência e resultados reais para Mato Grosso.
Régis Oliveira/Caminho Político
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