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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

PETRO NÃO É MADURO: “Grande honra”, diz Trump sobre conversa com Petro

Após meses de ameaças e desentendimentos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por telefone nesta quarta-feira, 7, com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro.
Após meses de ameaças e desentendimentos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por telefone nesta quarta-feira, 7, com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Em publicação na rede Truth Social, o republicano afirmou que Petro entrou em contato para “explicar a situação das drogas” e tratar de desentendimentos recentes entre os dois. Segundo Trump, há expectativa de que ambos se encontrem nas próximas semanas, na Casa Branca, em Washington.
Foi uma grande honra conversar com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que ligou para explicar a situação das drogas e outros desentendimentos que temos tido. Agradeci sua ligação e seu tom, e espero encontrá-lo em breve”, escreveu.
Trump afirmou que os preparativos para o encontro estão sendo conduzidos pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em conjunto com o ministro das Relações Exteriores da Colômbia.
Próximo alvo?
No domingo, 4, Trump sugeriu que os EUA poderiam realizar na Colômbia uma ação militar semelhante à feita na Venezuela para capturar o ditador Nicolás Maduro.
Em entrevista a jornalistas a bordo do Air Force One, Trump afirmou que o presidente colombiano, Gustavo Petro, é um “homem doente” e que ele não continuará vendendo cocaína no território americano por muito tempo.
“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos, e não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de uma operação militar contra Gustavo Petro, Trump respondeu: “Soa bem”.
Sanções
Em outubro do ano passado, o governo Trump aplicou sanções a Petro, à primeira-dama, Verónica del Socorro Alcocer Garcia, ao filho mais velho, Nicolas Petro e o ministro do Interior, Armando Benedetti, por envolvimento no “comércio global de drogas ilícitas”.
Após meses de ameaças e desentendimentos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por telefone nesta quarta-feira, 7, com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro.
Em publicação na rede Truth Social, o republicano afirmou que Petro entrou em contato para “explicar a situação das drogas” e tratar de desentendimentos recentes entre os dois.
Segundo Trump, há expectativa de que ambos se encontrem nas próximas semanas, na Casa Branca, em Washington.
“Foi uma grande honra conversar com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que ligou para explicar a situação das drogas e outros desentendimentos que temos tido. Agradeci sua ligação e seu tom, e espero encontrá-lo em breve”, escreveu.
Trump afirmou que os preparativos para o encontro estão sendo conduzidos pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em conjunto com o ministro das Relações Exteriores da Colômbia.
Próximo alvo?
No domingo, 4, Trump sugeriu que os EUA poderiam realizar na Colômbia uma ação militar semelhante à feita na Venezuela para capturar o ditador Nicolás Maduro.
Em entrevista a jornalistas a bordo do Air Force One, Trump afirmou que o presidente colombiano, Gustavo Petro, é um “homem doente” e que ele não continuará vendendo cocaína no território americano por muito tempo.
“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos, e não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de uma operação militar contra Gustavo Petro, Trump respondeu: “Soa bem”.
Sanções
Em outubro do ano passado, o governo Trump aplicou sanções a Petro, à primeira-dama, Verónica del Socorro Alcocer Garcia, ao filho mais velho, Nicolas Petro e o ministro do Interior, Armando Benedetti, por envolvimento no “comércio global de drogas ilícitas”.
O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que Petro permitiu com que os cartéis “prosperassem” na Colômbia.
“Desde que o presidente Gustavo Petro assumiu o poder, a produção de cocaína na Colômbia atingiu o ritmo mais rápido em décadas, inundando os Estados Unidos e envenenando os americanos”, afirmou.
O presidente Petro permitiu que cartéis de drogas prosperassem e se recusou a impedir essa atividade. Hoje, o presidente Trump está tomando medidas enérgicas para proteger nossa nação e deixar claro que não toleraremos o tráfico de drogas para o nosso país”, continuou Bessent.
Dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) revelam que o cultivo de coca na Colômbia aumentou 10% em 2023, ano em que Petro assumiu o governo.
O crescimento representou um aumento potencial de 53% na produção de cocaína em relação a 2022.
Bens congelados
Os nomes de Petro, dos familiares e do ministro foram incluídos na lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro.
Todos os bens das pessoas designadas que estejam nos Estados Unidos ou sob a posse de cidadãos americanos devem ser congelados.
“Além disso, quaisquer entidades que sejam de propriedade, direta ou indiretamente, individualmente ou em conjunto, em 50% ou mais, de uma ou mais pessoas bloqueadas também estão bloqueadas. A menos que autorizado por uma licença geral ou específica emitida pelo OFAC, ou isento, os regulamentos do OFAC geralmente proíbem todas as transações por cidadãos norte-americanos ou dentro (ou em trânsito) dos Estados Unidos que envolvam quaisquer bens ou interesses em bens de pessoas bloqueadas”, diz a nota do OFAC.
“Exportador mundial de cocaína”
A nota do Tesouro classifica a Colômbia como “maior produtor e exportador mundial” de cocaína.
Segundo o governo dos EUA, a droga é comprada por cartéis mexicanos, que a contrabandeiam pela fronteira sul dos EUA.
“É uma substância controlada que representa uma ameaça significativa para os Estados Unidos, apesar da recente comparação leviana feita por Gustavo Petro entre o uso da droga e o uísque.”
Ex-guerrilheiro aliado de Maduro
A nota descreve Petro como “ex-guerrilheiro eleito presidente da Colômbia em 2022”, que teria fornecido benefícios a organizações narcoterroristas por meio de seu plano de “paz total”, entre outras políticas, resultando em níveis recordes de cultivo de coca e produção de cocaína.
Além disso, o governo americano acusa o colombiano de se alinhar ao regime venezuelano de Nicolás Maduro e ao Cartel de Los Soles.
Assessoria/Caminho Político
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